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Energia

Trabalhadores já vivem expectativa de Belo Monte

07/10/2010 | 10h14
As obras das usinas do rio Madeira nem chegaram ainda a seu auge e os trabalhadores já estão na expectativa de se mudar para o Pará, onde será construída a usina hidrelétrica de Belo Monte. Alguns barrageiros estão acostumados a andar de obra em obra e por isso já vivem a expectativa da nova usina. E é na cozinha das empreiteiras que esse sentimento se faz mais forte.


O desafio de montar cozinhas para atender mais de 13 mil pessoas na obra de Santo Antônio foi grande, segundo conta Vanderson Cozer, da Odebrecht. Mas depois de dois anos de obra e a cozinha a pleno funcionamento, ele agora vive a expectativa da montagem de refeitório idêntico em Belo Monte.


A obra de Belo Monte será liderada pela Andrade Gutierrez, que hoje é sócia da Odebrecht em Santo Antônio. Mas todas as grandes construtoras têm um modus operandi na cozinha muito parecido. O prato preferido dos peões, por exemplo, é igual nas duas usinas: dobradinha. E esse é cardápio certo previsto para Belo Monte.


O cuidado das construtoras é grande em fazer a própria alimentação, sem terceirizar nada, para evitar qualquer tipo de intoxicação alimentar. Cozer, da Odebrecht, conta que uma novidade em Santo Antônio em relação a outras obras, e que deve ser repetido em Belo Monte, é o uso de sachês de molhos. "A redução da contaminação é grande", diz Cozer.


Todos os dias a cozinha recebe 1,3 mil quilos de arroz e cinco toneladas de carne. A de Jirau tem números ainda maiores, pois precisa atender 20 mil funcionários. São onze toneladas por dia de carne. Em noite do cardápio preferido, são quatro toneladas de dobradinha.


Fonte: Valor Econômico
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