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EPE

Tolmasquim reconhece atraso nas licenças do Ibama

27/07/2010 | 16h45
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, reconheceu hoje, no Rio, que a linha de transmissão Tucuruí-Macapá-Manaus, que reduziria o uso de óleo combustível na capital do Amazonas, está com o licenciamento ambiental atrasado pelo Ibama em 1 ano, mas que aguarda para breve uma decisão dos órgãos regulatórios.


Segundo Tolmasquim, a situação gera preocupação, uma vez que o leilão já foi efetuado. "Nós temos interagido com as áreas ambientais para tentar sanar esses problemas, mas estamos tendo dificuldade. É claro que, agora, nós estamos fazendo leilão para linhas maiores e em outras regiões, mas, mesmo assim, era um problema que não tínhamos. A linha Tucuruí, Macapá, Manaus já está atrasada por causa de problema com licenciamento. Acho que já atrasou quase um ano por conta dessa questão de licenciamento.


Tolmasquim fez questão de deixar claro que essa linha, por passar pela região Amazônica, são áreas sensíveis e necessita de uma quantidade grande de estudos. No entanto, segundo ele, esses estudos são feitos, porém há necessidade de outros para complementar o processo, o que gera atraso na liberação das licenças.

"A idéia é que essas licenças saiam agora. Nós estamos na expectativa que saia rapidamente para que possamos retomar o processo. Mas não são todos os trechos que estão paralisados, alguns já foram licitados. Outros estão andando, mas não são todos", disse. Tolmasquim acrescentou ainda dizendo que se a liberação atrasar muito, se terá um impacto, ou seja, gerar mais enegria eólica no período em que a linha não entra em operação.


O presidente da EPE não forneceu os nomes dos investidores das quatro usinas que participarão do leilão desta sexta-feira (30), entretanto ressaltou estar muito otimista com o resultado. Ele indicou ainda que a potência total delas ficará em torno de 700 MW e que o leilão terá muita competição.


Tolmasquim informou também que no final do ano haverá outro leilão. “Nós estamos trabalhando com as usinas, principalmente Teles Pires, Cinópolis, e outras. O leilão são para novas usinas, cinco para Teles Pires e quatro para o Parnaíba. Já estava previsto que seria dois leilões, um agora e outro no final do ano. Então, não pode ser caracterizado com atraso, o Ibama já tinha acertado que seria no final do ano”, finaliza.


Fonte: Redação
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