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Evento

Shell incentiva cadeia de suprimento para indústria de petróleo e gás

30/05/2014 | 12h36

 

Atenta aos negócios desenvolvidos pelas pequenas e médias empresas, a Shell se empenha para desenvolver a cadeia de fornecedores do setor de óleo e gás. O acesso à essa indústria e a importância dos fornecedores locais com requisitos para participar desse mercado, foram alguns dos temas debatidos no Encontro Empresarial da Indústria Mineira da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás. O evento, organizado pela anglo-holandesa em parceria com a Schlumberger e Sistema FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), aconteceu no último dia 27, em Belo Horizonte (MG).
Na ocasião, o gerente de Desenvolvimento de Mercado de Fornecedores da Shell, Marcelo Mofati, destacou os altos investimentos feitos pela indústria e o dinamismo do segmento, citando que os aportes de empresas do setor no Brasil chegaram a US$ 30 bilhões em 2013 - quantia quatro vezes maior do que a registrada no início da década passada. “O desafio é muito grande tanto para as operadoras quanto para os fornecedores. Mas o conteúdo local, para a Shell, é um meio de alavancar negócios e desenvolver a indústria nacional”, disse Mofati, acrescentando que a empresa tem o objetivo de ir além dos índices contratuais assumidos nos projetos.
A companhia anglo-holandesa faz contratos diretos com empresas-âncora, como a Schlumberger, que por sua vez contratam subfornecedores. "Essas empresas podem se tornar fornecedoras globais da Shell, como aconteceu no ano passado com uma empresa brasileira especializada em aço inox e ligas especiais”, revelou o executivo.
Também participaram do evento representantes da Organização Nacional da Indústria de Petróleo (ONIP), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Finep – Inovação e Pesquisa. Os palestrantes explicaram as principais demandas do setor, apresentaram formas de acesso à indústria de óleo e gás e falaram sobre políticas de financiamento para fornecedores. Ao final das apresentações, os empresários puderam ter encontros privados com as entidades presentes.

Atenta aos negócios desenvolvidos pelas pequenas e médias empresas, a Shell se empenha para desenvolver a cadeia de fornecedores do setor de óleo e gás. O acesso à essa indústria e a importância dos fornecedores locais com requisitos para participar desse mercado, foram alguns dos temas debatidos no Encontro Empresarial da Indústria Mineira da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás. O evento, organizado pela anglo-holandesa em parceria com a Schlumberger e Sistema FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), aconteceu no último dia 27, em Belo Horizonte (MG).

Na ocasião, o gerente de Desenvolvimento de Mercado de Fornecedores da Shell, Marcelo Mofati, destacou os altos investimentos feitos pela indústria e o dinamismo do segmento, citando que os aportes de empresas do setor no Brasil chegaram a US$ 30 bilhões em 2013 - quantia quatro vezes maior do que a registrada no início da década passada. “O desafio é muito grande tanto para as operadoras quanto para os fornecedores. Mas o conteúdo local, para a Shell, é um meio de alavancar negócios e desenvolver a indústria nacional”, disse Mofati, acrescentando que a empresa tem o objetivo de ir além dos índices contratuais assumidos nos projetos.

A companhia anglo-holandesa faz contratos diretos com empresas-âncora, como a Schlumberger, que por sua vez contratam subfornecedores. "Essas empresas podem se tornar fornecedoras globais da Shell, como aconteceu no ano passado com uma empresa brasileira especializada em aço inox e ligas especiais”, revelou o executivo.

Também participaram do evento representantes da Organização Nacional da Indústria de Petróleo (Onip), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Finep – Inovação e Pesquisa. Os palestrantes explicaram as principais demandas do setor, apresentaram formas de acesso à indústria de óleo e gás e falaram sobre políticas de financiamento para fornecedores. Ao final das apresentações, os empresários puderam ter encontros privados com as entidades presentes.



Fonte: Revista TN Petróleo, redação com assessoria
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