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Tecnologia e Inovação

Setor de óleo e gás terá o primeiro voo comercial de VANTs no Brasil

24/10/2013 | 17h34

 

A Santos Lab está se preparando para realizar o primeiro voo comercial de veículos aéreos não tripulados (VANTs) no Brasil. A empresa tem se reunido com a sua representada Insitu, subsidiária da Boeing, para viabilizar a operação no setor de óleo e gás nacional, em que os VANTs poderão ser utilizados no monitoramento de plataformas, navios de apoio e refinarias.
Em setembro, a Insitu realizou o primeiro voo do tipo nos Estados Unidos, em contrato com a petroleira ConocoPhillips, para a avaliação de áreas na costa do Alasca onde a companhia pretendia fazer perfurações. Desde o sucesso da operação, a Santos Lab vem dialogando com sua representada para repetir o feito no Brasil.
Para isso, a Santos Lab está investindo R$ 1,5 milhão na adaptação de seu modelo Carcará II, que foi o escolhido para o voo pioneiro. A unidade já é utilizada pelo Pelotão dos Fuzileiros Navais da Marinha Brasileira (PelVANT) desde 2006 e poderá atuar também em uma série atividades comerciais.
O diretor da Santos Lab, Gilberto Buffara, ressalta que empresas do ramo de óleo e gás e do setor agrícola já demonstraram interesse em adquirir os VANTs da Santos Lab para monitoramento de suas atividades, mas ainda falta a regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para voos comerciais no país.
“Temos um projeto em desenvolvimento para uma empresa que monitora vazamentos de óleo e essa autorização seria de extrema importância para o projeto chegar ao final”, disse.

A Santos Lab está se preparando para realizar o primeiro voo comercial de veículos aéreos não tripulados (VANTs) no Brasil. A empresa tem se reunido com a sua representada Insitu, subsidiária da Boeing, para viabilizar a operação no setor de óleo e gás nacional, em que os VANTs poderão ser utilizados no monitoramento de plataformas, navios de apoio e refinarias.

Em setembro, a Insitu realizou o primeiro voo do tipo nos Estados Unidos, em contrato com a petroleira ConocoPhillips, para a avaliação de áreas na costa do Alasca onde a companhia pretendia fazer perfurações. Desde o sucesso da operação, a Santos Lab vem dialogando com sua representada para repetir o feito no Brasil.

Para isso, a Santos Lab está investindo R$ 1,5 milhão na adaptação de seu modelo Carcará II, que foi o escolhido para o voo pioneiro. A unidade já é utilizada pelo Pelotão dos Fuzileiros Navais da Marinha Brasileira (PelVANT) desde 2006 e poderá atuar também em uma série atividades comerciais.

O diretor da Santos Lab, Gilberto Buffara, ressalta que empresas do ramo de óleo e gás e do setor agrícola já demonstraram interesse em adquirir os VANTs da Santos Lab para monitoramento de suas atividades, mas ainda falta a regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para voos comerciais no país.

“Temos um projeto em desenvolvimento para uma empresa que monitora vazamentos de óleo e essa autorização seria de extrema importância para o projeto chegar ao final”, disse.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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