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Setor de óleo e gás registra queda em acidentes de trabalho

27/11/2013 | 10h26

 

Segundo o último Anuário Estatístico da Previdência Social, o número de acidentes de trabalho nos setores de petróleo e de gás caiu 2%. Em 2012, houve um registro de 7.605 acidentes, em 2011 foram 7.873 registros, e em 2010, 8.767.
Segundo o documento, o Sudeste é a região com mais casos (395.669), seguido por Sul (153.652), Nordeste (92.257), Centro-Oeste (50.318) e Norte (32.273). O pé é uma das partes do corpo que mais sofre. Os principais riscos para os profissionais destas áreas são queda devido à oleosidade, choques elétricos e esmagamento dos artelhos (dedos dos pés).
Para o supervisor de Vendas da Fujiwara, marca da BSB (Brazil Safety Brands), Thiago Cavalheiro, petróleo e gás são setores exigentes. “Eles cumprem normas nacionais e internacionais de proteção. Por isso, os produtos destinados aos trabalhadores destas áreas precisam ser desenvolvidos para atender suas necessidades específicas”, destaca. De acordo com ele, é importante que os calçados de proteção para esses profissionais contenham propriedades antiderrapantes e que sejam resistentes à ação da água, de óleo e de ácidos.
Segundo o consultor de Negócios da Bracol, também pertencente a BSB, Abinel Vieira Pereira, os responsáveis pela segurança destes dois setores têm se aproximado dos fabricantes. “Eles buscam nos auxiliar na elaboração de produtos que proporcionem proteção, conforto e confiabilidade. Nos apresentam suas necessidades para que possamos nos adaptar ao que precisam. Traçando uma linha do tempo, é possível ver a evolução dos EPIs voltados para estas áreas. A cada ano os produtores desenvolvem calçados com design arrojado e, principalmente, que asseguram a integridade física dos usuários”, conclui.

Segundo o último Anuário Estatístico da Previdência Social, o número de acidentes de trabalho nos setores de petróleo e de gás caiu 2%. Em 2012, houve um registro de 7.605 acidentes, em 2011 foram 7.873 registros, e em 2010, 8.767.

Segundo o documento, o Sudeste é a região com mais casos (395.669), seguido por Sul (153.652), Nordeste (92.257), Centro-Oeste (50.318) e Norte (32.273). O pé é uma das partes do corpo que mais sofre. Os principais riscos para os profissionais destas áreas são queda devido à oleosidade, choques elétricos e esmagamento dos artelhos (dedos dos pés).

Para o supervisor de Vendas da Fujiwara, marca da BSB (Brazil Safety Brands), Thiago Cavalheiro, petróleo e gás são setores exigentes. “Eles cumprem normas nacionais e internacionais de proteção. Por isso, os produtos destinados aos trabalhadores destas áreas precisam ser desenvolvidos para atender suas necessidades específicas”, destaca. De acordo com ele, é importante que os calçados de proteção para esses profissionais contenham propriedades antiderrapantes e que sejam resistentes à ação da água, de óleo e de ácidos.

Segundo o consultor de Negócios da Bracol, também pertencente a BSB, Abinel Vieira Pereira, os responsáveis pela segurança destes dois setores têm se aproximado dos fabricantes. “Eles buscam nos auxiliar na elaboração de produtos que proporcionem proteção, conforto e confiabilidade. Nos apresentam suas necessidades para que possamos nos adaptar ao que precisam. Traçando uma linha do tempo, é possível ver a evolução dos EPIs voltados para estas áreas. A cada ano os produtores desenvolvem calçados com design arrojado e, principalmente, que asseguram a integridade física dos usuários”, conclui.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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