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Pré-sal

Segundo sistema de produção definitivo do campo de Mero é assinado com a SBM

11/06/2019 | 08h54
Segundo sistema de produção definitivo do campo de Mero é assinado com a SBM
Divulgação Divulgação

A Petrobras, operadora do Consórcio de Libra, assinou, nesta segunda-feira (10/6), contrato com o Grupo SBM para afretamento e operação do segundo sistema de produção definitivo do campo de Mero, localizado na área noroeste do bloco de Libra. A unidade será instalada no projeto Mero 2, a cerca de 180 km da costa do Rio de Janeiro e profundidade d’água média de 2.100 metros, no pré-sal da Bacia de Santos.

A plataforma, do tipo FPSO (sigla em inglês para a unidade que produz, armazena e transfere óleo), deverá interligar até 16 poços e terá capacidade de processar até 180 mil barris de petróleo por dia (bpd) e 12 milhões de m³/dia de gás. O início da produção está previsto para 2022. A plataforma se juntará ao FPSO Pioneiro de Libra, dedicado a sistemas de produção antecipada, em operação desde novembro de 2017; e ao FPSO Guanabara, primeira unidade prevista para o sistema de produção definitivo do campo de Mero, com entrada em produção prevista para 2021.

"Com esta assinatura, completamos a contratação do arranjo de produção previsto para o campo de Mero no Plano de Negócios e Gestão 2019-2023. Ao final do período do plano, teremos dois sistemas de produção definitivos operando, que poderão somar até 360 mil barris petróleo por dia à capacidade de produção operada pela Petrobras. Com as informações já obtidas nos testes em realização, confirmamos o elevado potencial de produção do campo de Mero, que tem reserva estimada entre 3 e 4 bilhões de barris", disse Carlos Alberto Pereira de Oliveira, diretor executivo de Exploração e Produção da Petrobras.

A unidade será operada pela SBM, empresa responsável pela construção, com duração de afretamento do FPSO por 22,5 anos. Parte da construção será realizada no Brasil, em modelo semelhante ao adotado por outras unidades afretadas pela Petrobras.

O Consórcio de Libra é operado pela Petrobras (40%), em parceria com a Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%), tendo como gestora a Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA).



Fonte: Redação/Agência Petrobras de Notícias
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