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Empresas

Repsol aumenta o seu resultado em 39%

29/07/2010 | 12h39
A Repsol obteve benefício líquido de 1,338 bilhões de euros no primeiro semestre de 2010, 38,9% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Esse resultado inclui uma taxa impositiva mais alta derivada do maior peso relativo da atividade de upstream.


O resultado operacional atingiu 3,004 bilhões de euros, 81,7% superior ao registrado no primeiro semestre de 2009.
 
 
Esses resultados foram obtidos num entorno de aumento dos preços internacionais do petróleo (49,5% o Brent), e do gás (11,9% o Henry Hub). Nesse contexto, a Repsol melhorou os seus preços de realização de petróleo em 52,3% e de gás em 22,7%.


Destaca-se, assim, o crescimento do resultado operacional da área de Upstream (Exploração e Produção), 124,9% superior ao do primeiro semestre de 2009, apoiado nos referidos incrementos dos preços internacionais do petróleo e do gás e o aumento da sua produção e melhora do mix.


No primeiro semestre de 2010, a Repsol aumentou em 4,9% a sua produção de hidrocarbonetos, em relação ao mesmo período do ano anterior, e melhorou, também, a composição da sua cesta de produtos, aumentando o peso dos líquidos.


A eficiência no negócio de Downstream, com notável incremento da margem integrada de refino e marketing, junto com a recuperação do negócio químico, contribuíram para a melhora dos resultados. Assim, o resultado operacional da área no primeiro semestre de 2010 alcançou 928 de euros, 46,1% a mais do que no mesmo semestre de 2009.


Os resultados da YPF aumentaram em 83,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior, fundamentalmente devido à aproximação dos preços à paridade internacional.


A Gás Natural Fenosa obteve resultado operacional de 551 milhões de euros, 65% a mais do que no mesmo período de 2009.


No fechamento do semestre, a posição de liquidez da Repsol se situou em 7,308 bilhões de euros, 1,316 bilhões de euros a mais do que no fechamento de 2009, ao mesmo tempo em que melhoraram os indicadores financeiros. A dívida financeira líquida da companhia no final de junho, excluindo a Gás Natural Fenosa, foi de 4,996 bilhões de euros, em linha com a de dezembro de 2009.

 


Upstream: Resultado operacional cresce em 125%


O resultado operacional da área de Upstream (Exploração e Produção) foi de 731 milhões de euros, o que supõe um aumento de 124,9%, em relação ao primeiro semestre de 2009, motivado principalmente pelo crescimento sustentado dos preços de petróleo e gás durante o período, bem como pelo maior volume de produção, especialmente de líquidos.

 

A produção de hidrocarbonetos da Repsol no primeiro semestre de 2010 foi de 344.891 bep/dia, 4,9% a mais do que no mesmo período do exercício anterior, consolidando a tendência de alta do primeiro trimestre. A melhora do mix de produtos, com maior peso dos líquidos, contribuiu para o avanço dos resultados. A melhora do mix deveu-se principalmente à produção do megacampo Shenzi, nos Estados Unidos, e maior produção na Líbia e na Venezuela.

 

O incremento dos níveis de produção de hidrocarbonetos, particularmente de líquidos, teve efeito positivo nos resultados de 289 milhões de euros no semestre, e a melhora nos preços de realização de petróleo e gás líquidos de regalias somou 408 milhões de euros ao resultado.

 

Os investimentos na área de Upstream no período subiram para 367 milhões de euros, e foram destinados fundamentalmente ao desenvolvimento de campos (47%) em Trindade e Tobago, Líbia, Bolívia, Peru e Equador; o segundo destino dos investimentos (44%) foi a exploração no Brasil e na Venezuela.

 

O resultado operacional na área de GNL (Gás Natural Liquefeito) situou-se em 11 milhões de euros, 67,6% a menos do que no primeiro semestre de 2009, devido fundamentalmente às menores margens de comercialização do produto e saneamento de determinados ativos.

 

Downstream: Aumento das margens de refino e recuperação da química

 

O resultado operacional da área de Downstream (Refino, Marketing, GLP e Química, e outros) no primeiro semestre de 2010 subiu para 928 milhões de euros, o que supõe um aumento de 46,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

Esse incremento do resultado é explicado principalmente pela eficaz gestão do negócio, o que permitiu o aumento da margem integrada de refino e marketing, até 7,38 U$/Bbl do segundo trimestre deste ano, frente aos 3,95 U$/Bbl de um ano atrás.

 

Igualmente, o negócio químico experimentou uma recuperação de volumes e margens sustentadas durante o semestre. As vendas de produtos petroquímicos experimentaram aumento de 7,1%, frente ao mesmo período de 2009. O incremento das vendas, junto à gestão de custos, contribuíram para a melhora do negócio.

 

Quanto ao GLP, as margens de envasado foram inferiores às do mesmo período do ano anterior, devido fundamentalmente ao efeito decalagem na nova fórmula de preço do envasado, enquanto o volume comercializado se manteve em níveis similares aos do primeiro semestre de 2009.

 

Os investimentos da área de Downstream no semestre subiram para 732 milhões de euros, e foram destinados fundamentalmente a projetos de ampliação de Cartagena e à Unidade Redutora de Fuelóleo de Bilbao.


Fonte: Redação
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