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Petrobras

Quase R$ 1 bilhão em novos contratos foi realizado pela Lei das Estatais na Petrobras

25/03/2019 | 12h50

A Petrobras já realizou quase R$ 1 bilhão em contratações e contabiliza mais de 1,5 mil licitações publicadas em um ano após o início da aplicação das novas regras da Lei das Estatais (13.303/16). A nova sistemática introduziu diferentes modos de disputa e trouxe novos fornecedores para a companhia, tornando os processos mais competitivos e com melhores condições de custo e qualidade para a companhia.

"A visão que temos deste período é muito positiva. Percebemos que se abriram mais oportunidades de acesso ao mercado, além da entrada de fornecedores que antes não participavam. Estão aparecendo empresas muito boas, que não chegavam pelo processo anterior", avalia o gerente executivo de Suprimentos de Bens e Serviços, Cláudio Araújo, lembrando que toda licitação passou a ser publicada no Diário Oficial da União.

Com cerca de 86% da carteira de contratação dentro das novas regras, o gerente informa ainda que o número de propostas válidas dobrou, aumentando de quatro para oito neste primeiro ano. "Isso é um ganho importante que se traduz em maior competitividade e em melhores oportunidades de preço".

A Petrobras também conseguiu reduzir o tempo do processo em 30% em média. E não somente devido à nova sistemática. "É um trabalho que temos feito nos últimos anos a partir da otimização e simplificação de processos, bem como da adoção de soluções tecnológicas. Mas a lei ajuda em alguns aspectos, como por exemplo na restrição a uma fase de recurso. Antes eram dois momentos de recurso", comenta Cláudio.

Outra possibilidade introduzida pela lei que tem sido positiva tanto para a companhia quanto para os fornecedores é a modalidade de disputa aberta, na qual as empresas dão lances como em um leilão reverso. "A companhia tem conseguido uma redução de preço na ordem de 20% durante a etapa de lances e os fornecedores têm a oportunidade, durante a disputa, de ver o comportamento do mercado para aquele serviço", relata Cláudio.

O gerente executivo destaca ainda que a Petrobras trabalha desde 2016 para a virada de chave de adoção da lei que aconteceu no ano passado. Foram quase 120 mil horas de desenvolvimento de sistema para preparar a Petronect, mais de 60 treinamentos presenciais, mais de 2 mil empregados treinados por meio de EAD (ensino à distância), participação em 55 eventos com fornecedores que levou informações sobre o novo modelo de contratação a mais de 13 mil pessoas. "Este conjunto de ações nos levou a ser bastante precisos e a capturar todos os novos requisitos e oportunidades".



Fonte: Redação/Agência Petrobras
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