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Produção industrial avança 0,6% em outubro

04/12/2013 | 10h26
Produção industrial avança 0,6% em outubro
Ilustração TN Petróleo Ilustração TN Petróleo

 

A produção industrial subiu 0,6% em outubro, na comparação com o mês anterior,  na série livre de influências sazonais, após recuar 2,5% em julho e assinalar variações positivas de 0,2% em agosto e de 0,5% em setembro. Foi a terceira alta mensal consecutiva, conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (4).
Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria avançou 0,9% em outubro de 2013, segundo resultado positivo consecutivo nesse tipo de confronto, mas em ritmo menos intenso que o observado no mês anterior (1,8%). 
No índice acumulado nos dez meses de 2013, a atividade industrial cresceu 1,6% frente a igual período do ano anterior. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao mostrar expansão de 1,0% em outubro de 2013, praticamente repetiu o resultado registrado no mês anterior (1,1%).
De acordo com o IBGE, entre as categorias de uso, considerando o comparativo mensal, bens de capital avançaram 0,6%, bens intermediários subiram 0,3% e bens de consumo semiduráveis e não duráveis tiveram elevação de 1%. Bens de consumo duráveis, contudo, recuaram 0,6%.
Em relação a outubro de 2012, a produção de bens de capital subiu 18,8%, mas a de bens intermediários caiu 0,7%. Bens de consumo duráveis encolheram 3,2% e a de bens de consumo semi e não duráveis tiveram queda de 0,7%.
Levando em conta as atividades, na passagem de setembro para outubro, as principais influências positivas ficaram com edição, impressão e reprodução de gravações (13,1%), máquinas e equipamentos (2,7%), refino de petróleo e produção de álcool (2,2%) e indústrias extrativas (2%).
Perante outubro de 2012, o destaque coube a máquinas e equipamentos (11,4%), impulsionado, segundo o IBGE, pelo avanço na fabricação de motoniveladores, empilhadeiras propulsoras, máquinas e equipamentos para o setor de celulose, carregadoras-transportadoras, centros de usinagem para trabalhar metais, tratores agrícolas, máquinas para colheita e elevadores para transporte de pessoas.

A produção industrial subiu 0,6% em outubro, na comparação com o mês anterior,  na série livre de influências sazonais, após recuar 2,5% em julho e assinalar variações positivas de 0,2% em agosto e de 0,5% em setembro. Foi a terceira alta mensal consecutiva, conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (4).

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria avançou 0,9% em outubro de 2013, segundo resultado positivo consecutivo nesse tipo de confronto, mas em ritmo menos intenso que o observado no mês anterior (1,8%). 

No índice acumulado nos dez meses de 2013, a atividade industrial cresceu 1,6% frente a igual período do ano anterior. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao mostrar expansão de 1,0% em outubro de 2013, praticamente repetiu o resultado registrado no mês anterior (1,1%).

De acordo com o IBGE, entre as categorias de uso, considerando o comparativo mensal, bens de capital avançaram 0,6%, bens intermediários subiram 0,3% e bens de consumo semiduráveis e não duráveis tiveram elevação de 1%. Bens de consumo duráveis, contudo, recuaram 0,6%.

Em relação a outubro de 2012, a produção de bens de capital subiu 18,8%, mas a de bens intermediários caiu 0,7%. Bens de consumo duráveis encolheram 3,2% e a de bens de consumo semi e não duráveis tiveram queda de 0,7%.

Levando em conta as atividades, na passagem de setembro para outubro, as principais influências positivas ficaram com edição, impressão e reprodução de gravações (13,1%), máquinas e equipamentos (2,7%), refino de petróleo e produção de álcool (2,2%) e indústrias extrativas (2%).

Perante outubro de 2012, o destaque coube a máquinas e equipamentos (11,4%), impulsionado, segundo o IBGE, pelo avanço na fabricação de motoniveladores, empilhadeiras propulsoras, máquinas e equipamentos para o setor de celulose, carregadoras-transportadoras, centros de usinagem para trabalhar metais, tratores agrícolas, máquinas para colheita e elevadores para transporte de pessoas.



Fonte: Redação TN/ Ascom IBGE
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