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Hidrelétrica

Previ e Funcef vão disputar Belo Monte

09/10/2009 | 10h40
Em lados opostos, dois dos principais fundos de pensão do País, a Previ (dos funcionários do Banco do Brasil) e a Funcef (Caixa Econômica Federal), vão participar da disputa pela usina de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Na quinta-feira, o presidente da Previ, Sérgio Rosa, revelou que vem alinhavando a formação de um consórcio que deve reunir a mineradora Vale, a CPFL e o grupo Neonergia, três empresas nas quais o fundo participa do bloco de controle. "As empresas estão interessadas e conversando entre si", afirmou.


Já a Funcef deve entrar na disputa ao lado da construtora Odebrecht. Segundo o presidente do fundo, Guilherme Lacerda, a parceria deve ser assinada em breve. "Queremos entrar no empreendimento desde o início", disse. Segundo ele, o negócio despertou o interesse da fundação devido às boas taxas de retorno. "A previsão é de que o Brasil crescerá sem grandes solavancos, o que vai estimular a demanda por energia."



infraestrutura. Investimentos no setor de infraestrutura são bastante comuns entre os fundos de previdência devido ao caráter do negócio, com retorno de longo prazo. Isso que facilita o planejamento atuarial dessas entidades, que buscam garantir o pagamento de benefícios futuros a seus participantes. O presidente da Previ não descartou a entrada de outros parceiros no consórcio, mas negou a participação do grupo franco-belga Suez Energy, como chegou a ser noticiado. "Nesse momento não tem mais gente, mas pode ser que mais à frente entrem outros", disse.


Para o diretor de Participações da Previ, Joilson Ferreira, a associação de companhias controladas pela fundação em um só consórcio eliminaria possíveis conflitos de interesse no processo de licitação de Belo Monte. "Para a Previ é bem mais confortável elas estarem juntas", disse. Isto porque, explica, no dia do leilão os consórcios ficam isolados em salas tomando decisões sobre os lances a serem feitos. "Seria complicado se cada uma ficasse num consórcio. Íamos ter que sair da sala ou escolher uma sala para ficar", disse.


O governo ainda não definiu o investimento do setor privado na usina de Belo Monte, que contará com um financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que pode chegar a 80% dos itens financiáveis do projeto. Ferreira acredita que o governo, representado pelo grupo Eletrobrás, deve ficar com 49% do projeto e o restante com o consórcio vencedor. "Não está fechado, mas para a Previ seria melhor elas irem junto", afirmou.


Fonte: Jornal do Commercio
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