acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Cotação

Preço do petróleo tende a fechar setembro em baixa

28/09/2009 | 03h19
Após uma sessão volátil, de altos e baixos, os preços do petróleo encerraram a sexta-feira em ligeira alta em meio a indicadores macroeconômicos divergentes entre si. Ainda assim, o preço do produto acumulou queda ao longo da semana passada.
 
 
O contrato de WTI negociado para o mês de novembro fechou a US$ 66,02, com alta de 13 centavos de dólar. O vencimento para dezembro subiu 4 centavos de dólar, para US$ 66,42. Em Londres, o barril do Brent para novembro ganhou 29 centavos de dólar, para US$ 65,11. O vencimento para o mês seguinte encerrou a US$ 65,83, com valorização de 23 centavos de dólar.
 
 
O efeito de baixa na semana veio com o aumento das reservas americanas de petróleo e derivados divulgado na quarta-feira. Depois disso, alguns indicadores econômicos dos EUA ajudaram a firmar a percepção menos positiva de recuperação econômica do país.
 
 
Na sexta-feira, os agentes levaram em conta também a recuperação do nível de confiança dos consumidores americanos medido pela Universidade de Michigan. O índice subiu para o seu maior nível desde janeiro do ano passado, impulsionado em grande parte pela desaceleração do ritmo de fechamento de postos de trabalho no país. Ao mesmo tempo, os pedidos de bens duráveis em agosto declinaram 2,4% em agosto, enquanto os agentes esperavam aumento.
 
 
Analistas da Goldman Sachs soltaram relatório elevando a previsão de demanda global por petróleo para o quarto trimestre em 1,2 milhão de barris por dia. Para 2010, a estimativa também foi elevada em 1,6 milhão de barris diários. O Barclays Capital foi outro que divulgou previsão de alta para a commodity. Em relatório, o banco reafirmou suas projeções, com a previsão de alta para a faixa dos cerca de US$ 80 a US$ 90 o barril no mês que vem, com base no preço atual de US$ 68 o barril do WTI.
 
 
O que impediria a subida do petróleo, na visão do Barclays, seria a possibilidade de as importações de matérias primas pela China continuarem a cair, como ocorreu com o minério de ferro, cobre e alguns grãos durante o mês de agosto.
 
 
No contexto geopolítico, muitos analistas atribuem a recuperação de preços à renovação da tensão global sobre o programa nuclear do Irã. O presidente americano Barack Obama acusou o país de estar com nova planta secreta para enriquecimento de urânio, aumentando a pressão sobre o país, que é grande produtor de petróleo.


Fonte: Valor Online
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar