Pré-sal

PPSA busca contratar Petrobras para comercializar petróleo da União, diz presidente

Reuters, 22/10/2019
22/10/2019 20:53
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Institucional

A estatal Pré-Sal Petróleo (PPSA) está em negociações avançadas para contratar a Petrobras como agente comercializador da produção do pré-sal que pertence à União e tem a expectativa de fechar um acordo até o fim deste ano, disse à Reuters o presidente da companhia, José Eduardo Gerk.

A empresa, que representa a União nos contratos de partilha de produção, já havia tentado no passado fechar um contrato com a petroleira estatal, mas as conversas não prosperaram.

O petróleo da União é aquele produzido por empresas que ofertaram o produto em leilões do pré-sal, inclusive a própria Petrobras —em tais certames, ganha a disputa quem faz a maior oferta de óleo ao Estado.

“Desde que eu estou aqui, o andamento das negociações... com a Petrobras tem avançado, e a gente espera até que consiga chegar a um bom termo até o fim do ano”, afirmou ele, em uma entrevista na segunda-feira em seu escritório, na sede da companhia, no Rio de Janeiro.

Gerk, que assumiu o posto em abril deste ano, evitou fazer comentários sobre o que deu errado na tentativa anterior de colocar a Petrobras como o agente comercializador do petróleo da União.

No ano passado, a PPSA comercializou volumes de petróleo por meio de venda spot e em leilão, fechando contratos que atualmente são suficientes para os próximos dois ou três anos. Mas, daqui em diante, a contratação direta da petroleira estatal para fazer a comercialização é vista como a melhor opção, embora novos leilões não estejam descartados.

Uma resposta positiva da petroleira atualmente, segundo Gerk, poderá vir diante das perspectivas de volumes significativos de petróleo a que a União terá direito no futuro.

Procurada, a Petrobras preferiu não comentar o assunto.

Um estudo publicado pela PPSA, no ano passado, previa que a parcela de produção da União nos 14 contratos de partilha firmados até agora deveria atingir 250 mil barris de petróleo por dia (bpd) em 2028, contra os poucos milhares de barris diários atualmente.

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