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Planos para geração de energia e GNL

19/10/2009 | 09h55
Dependendo do resultado do leilão de energia nova para entrega a partir de janeiro de 2014 (A-5) programado para 17 de dezembro pelo governo federal, o porto de Rio Grande poderá ganhar também uma usina termelétrica associada a um terminal de recebimento e regaseificação de gás natural liquefeito. O projeto foi desenvolvido por um consórcio liderado pela Gas Energy New Ventures e se for bem sucedido no pregão exigirá investimentos de US$ 1,3 bilhão para sair do papel, explica o diretor da térmica, Osvaldo Deiro.

Conforme o executivo, o consórcio está fechando as cotações de gás natural com fornecedores internacionais e definindo a estrutura societária final do grupo, que tem a participação das empresas Omega Engenharia, Avir Geração e General Eletric, do fundo de investimentos InfraBrasil do banco Santander e de investidores privados. Tanto a térmica, com potência nominal de 1.280 megawatts (MW) e orçada em US$ 850 milhões, quando o terminal, com valor estimado em US$ 450 milhões, já receberam licença prévia da Fundação de Proteção Ambiental (Fepam) do Rio Grande do Sul.

“O gás liquefeito é competitivo em relação ao gás boliviano (que chega ao Brasil pelo Gasbol)”, afirma Deiro. A Regás, empresa que será responsável pela operação do terminal, firmou ainda uma parceria com a distribuidora Sulgás, controlada pelo governo gaúcho, para estudar alternativas de fornecimento do combustível para uso industrial, comercial ou doméstico no sul do Estado. “O investimento adicional seria marginal”, diz Deiro, que também é presidente executivo da Regás. De acordo com ele, com um aporte de mais 20% seria possível dobrar a capacidade instalada do terminal.


Fonte: Valor Econômico
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