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Mercado

Petrolíferas são destaques da "Fortune"

13/07/2005 | 00h00

A alta do petróleo, que acumulou uma valorização de 41,91% no ano passado (tomando como referência o segundo contrato do barril tipo WTI), colocou as grandes companhias petrolíferas do mundo em destaque na nova lista das 500 maiores empresas da revista "Fortune". O primeiro lugar não é nenhuma surpresa e traz a Wal-Mart, o grupo varejista americano, no topo da "Fortune Global 500" pelo quarto ano consecutivo , mas seguida muito de perto pela inglesa BP. A Petrobras também se beneficiou da alta da commodity e subiu 19 posições, ocupando o 125º lugar na nova lista.
Mas apesar de não liderar a lista, entre as dez primeiras quatro são do setor de petróleo. Em segundo lugar ficou a BP (Reino Unido). Seguida pela Exxon Mobil (Estados Unidos) em terceiro; e Royal Dutch/Shell (Reino Unido/Holanda), em quarto lugar. Ainda entre as dez maiores aparece a Total (França) em décimo lugar.
As montadoras mantiveram seu espaço na lista, com a General Motors (EUA), em quinto; seguida pela DaimlerChrysler (Alemanha), em sexto; a Toyota (Japão), em sétimo; e a Ford (EUA), em oitavo. A General Electric, em nono, completa a lista dos 10 maiores.
"Ficou muito mais difícil entrar para o ranking das maiores corporações este ano", informou a redatora Janet Guyon da "Fortune", no texto de introdução à lista. "O limite para se entrar na lista - a receita necessária para ser classificada a 500 maior empresa - subiu um recorde de 15%, para US$ 12,4 bilhões. Isso é mais do que o PIB da Jordânia ou da Jamaica.
Para as "Fortune Global 500" como um todo, 2004 foi um ano excelente, em que as receitas cresceram 13% e os lucros 27%. "Foi um ano especialmente bom para as companhias de petróleo, em que os preços ficaram acima dos US$ 50 o barril na maior parte de 2004", diz Guyon. "A segunda classificada, a BP, viu suas receitas cresceram 23% para US$ 285,1 bilhões, mais rapidamente que as da Wal-Mart, onde o crescimento foi de relativamente magros 10%. Isso permitiu à companhia de petróleo britânica ficar a US$ 2,9 bilhões de tomar a posição da Wal-Mart de maior companhia do mundo."
E nem mesmo a BP, cujos lucros cresceram 50% no ano passado, conseguiu ofuscar a Exxon Mobil - com mais de US$ 25 bilhões em lucros - como a companhia mais lucrativa do mundo. Outras grandes petroleiras também se saíram muito bem. A Royal Dutch/Shell viu suas receitas crescerem 33% e os lucros dispararem 46%. As receitas aumentaram 29% na Total e na Chevron.
Várias fabricantes de automóveis européias e asiáticas também tiveram um bom desempenho. A DaimlerChrysler e a Toyota ficaram à frente da Ford, derrubando a montadora americana em duas posições. Os lucros da DaimlerChrysler aumentaram seis vezes, para US$ 3,1 bilhões, e a Toyota lucrou US$ 10,9 bilhões - mais do que a Ford, GM e DaimlerChrysler juntas. A Nissan (que ficou em 29 no ranking) também teve um bom ano, lucrando US$ 4,8 bilhões e levando seu executivo-chefe, Carlos Ghosn, a assumir também a responsabilidade de comandar a Renault da França (80ª da lista), que controla 45% da montadora japonesa. Ghosn é o primeiro executivo a comandar duas empresas das Global 500 de uma só vez.
Os EUA possuem mais empresas do qualquer outro país na lista (176). No entanto, a lista deste ano apresenta 14 empresas americanas menos, principalmente por causa da fraqueza do dólar. Tóquio é o lar de mais empresas das Global 500 do que qualquer outra cidade, com 56. Isso é duas vezes mais que Paris, com 27, e coloca Tóquio bem à frente de Londres (24) e Nova York (22). Mas as companhias francesas e britânicas superaram as japonesas, com os lucros crescendo 85% e 46$, respectivamente, em comparação a um crescimento de 9% das companhias do Japão.
O número de companhias chinesas na lista aumentou para 16 este ano, em comparação a 15 na lista anterior e apenas três em 1995. "Uma empresa chinesa estava tão ansiosa para entrar na lista que mandou um representante de Pequim para a redação da Fortune em Nova York, para entregar o seu relatório anual", diz Guyon. "Infelizmente a companhia, que teve receita suficiente em 2004 para entrar na lista do ano passado, desta vez não conseguiu. Isso poderá mudar no ano que vem se ela conseguir concluir uma aquisição - e se o piso não continuar subindo."



Fonte: Valor Econômico/New
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