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Petróleo

Petrolífera fala em 'bom ritmo' de exploração na Guiné-Bissau

25/11/2009 | 09h34
A exploração petrolífera ocorre "em bom ritmo" em nove dos 14 blocos que compõem o offshore da Guiné-Bissau para determinar se há petróleo com valor comercial, disse nesta terça-feira uma fonte da Petroguin (estatal).


Segundo a fonte, o governo da Guiné-Bissau concedeu nove licenças de prospecção e, desde 2007, foram realizados estudos e análises com os dados coletados pelos especialistas das quatro empresas que adquiriram as permissões.


Atualmente fazem prospecção petrolífera no offshore guineense as empresas Svenska (do xeque Mohamed al-Amoudi, milionário saudita), a Super Nova (Holanda), a Larsen Oil & Gas (consórcio internacional) e a Sociedade de Hidrocarbonetos de Angola (SHA).


A norte-americana General Petroleum Africa já recebeu licença do governo para iniciar a prospecção em dois blocos, mas continua esperando que o presidente guineense, Malam Bacai Sanhá, promulgue o decreto que valide o contrato.


A Dax Oil S/A também é dona de uma licença que aguarda pela decisão do presidente guineense para iniciar a prospecção.


Dois blocos petrolíferos estão, neste momento, sem qualquer operador em virtude da desistência da empresa Terralliance, que tinha adquirido as licenças de prospecção. A companhia decretou falência e desistiu de suas atividades na Guiné-Bissau.


Segundo a fonte da Petroguin, as prospecções realizadas vêm a confirmar os dados já conhecidos "desde a época colonial", que apontam para a existência de petróleo na Guiné-Bissau, e agora resta determinar se tem ou não valor comercial.


"O Petróleo existe, não é segredo para ninguém, mas temos, nós e as empresas que fazem a prospecção, de saber se tem ou não valor comercial. É isso que está em curso", disse à Agência Lusa uma fonte da Petroguin.


O presidente da Svenska, Frederik Ohrn, que realiza visita a Bissau, sugeriu aos jornalistas essa mesma possibilidade, ao destacar que sua empresa aposta em "trazer para a superfície o petróleo".


"A Svenska está interessada em trazer o petróleo para a superfície. A Guiné-Bissau tem esse interesse e nós também temos esse interesse. É dentro desse quadro que visitamos o primeiro-ministro (José Maria Pereira Neves) para lhe fazer o ponto de situação sobre o momento em que estamos em termos de pesquisa", afirmou Ohrn.


Em outubro de 2008, o governo da Guiné-Bissau firmou um contrato de prospecção de petróleo e gás no onshore do país, especificamente na região de Boé (leste), com a empresa Roxwel Oil e Gas Limited, mas até o momento a companhia não começou a fazer a prospecção.


Fonte: Agência Lusa
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