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Petróleo opera sem sinal único, de olho no comércio global e na reunião da Opep

18/06/2018 | 10h30

Os contratos futuros de petróleo não mostravam sinal único, na manhã desta segunda-feira. Investidores aguardam um importante encontro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de outras nações, como a Rússia, que decidem nesta semana se relaxam um acordo para cortar a oferta. Além disso, as tensões no comércio mundial estão no radar.

Às 9h23 (de Brasília), o petróleo WTI para agosto caía 0,11%, a US$ 64,78 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para agosto tinha alta de 1,24%, a US$ 74,35 o barril, na ICE.

O Brent é apoiado por relatos de que a Opep discute uma alta na produção de entre 300 mil e 600 mil barris por dia, uma número bem menor que o esperado pelo mercado. Isso pode também atender aos interesses do Irã, que enfrenta o risco da volta de sanções dos EUA, após o governo americano deixar o acordo internacional sobre o programa nuclear de Teerã. Outro integrante da Opep, a Venezuela também pode gostar da ideia, já que enfrenta dificuldades para manter o ritmo de sua produção, em meio a uma grave crise econômica e social.

Na sexta-feira, os dois contratos tiveram queda forte, diante da cautela com a Opep. Investidores também se concentram nas desavenças no comércio entre EUA e China. O governo do presidente americano, Donald Trump, anunciou na sexta-feira tarifas sobre US$ 50 bilhões em importações da China, enquanto Pequim anunciou retaliação no mesmo montante.

"A China parece considerar tarifas à importação de petróleo dos EUA", afirmam analistas do Commerzbank em nota nesta segunda-feira. "A tarifa mais punitiva, de 25%, significa que o petróleo dos EUA não seria mais uma alternativa de baixo custo, apesar do desconto do preço do petróleo [WTI]", afirmam os economistas do banco alemão, acrescentando que esperam que a grande diferença entre o Brent e o WTI deve continuar nos próximos meses.

 

 



Fonte: Dow Jones Newswires, 18/06/2018
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