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Greve

Petroleiros rejeitam proposta e paralisação continua

22/10/2013 | 10h48

 

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou ter rejeitado proposta da Petrobras apresentada ontem (21) para encerrar a greve iniciada na quinta-feira (17). "A nova proposta apresentada pela empresa, além de incompleta, não atendeu aos principais pleitos da categoria, tanto na questão econômica quanto nas reivindicações sociais", informou a entidade, em comunicado. A empresa propôs nova reunião hoje para dar continuidade às negociações, informou a FUP. Desta forma, a greve continua.
Segundo avaliação da federação, a proposta da Petrobras não demonstrou "avanços em relação ao fundo garantidor para os trabalhadores terceirizados e a extensão para os aposentados e pensionistas do pagamento dos três níveis conquistados pelos trabalhadores da ativa nas campanhas de 2004, 2005 e 2006". Ainda segundo a FUP, a Petrobras alegou que já existe comissão instituída para responder em 45 dias esse e outros pleitos referentes ao fundo de pensão dos trabalhadores da Petrobras (Petros).
Em um comunicado, a FUP criticou o posicionamento da empresa, afirmando que a extensão dos três níveis para os aposentados e pensionistas deve ser objeto do acordo coletivo e não de uma comissão que só se pronunciará em 45 dias.
A FUP também considerou insuficiente o ganho real proposto pela empresa na negociação salarial, que ficaria em torno de entre 1,41% e 1,80%. O sindicato não informou o percentual oferecido pela petroleira.
Os trabalhadores começaram paralisação na semana passada por tempo indeterminado. Além de pedir melhores condições no patamar de reajustes, o movimento também protestava contra o leilão do campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, ocorrido ontem, e contra o projeto de Lei 4330, que regulamenta a terceirização no setor.
Segundo informações dos sindicatos apuradas pela federação, a adesão à greve permanece entre 90% e 100% dos efetivos das unidades operacionais, com participação dos trabalhadores terceirizados e também do administrativo. Ao todo, a FUP confirmou 42 plataformas na Bacia de Campos que mostraram adesão ao movimento. A Bacia de Campos produz mais de 80% do total do petróleo nacional.
Na última quinta-feira, a Petrobras divulgou comunicado com seu posicionamento sobre a paralisação. A empresa detalhou que o movimento tem como principais motivadores o leilão de Libra e o Projeto de Lei 4330, "sobre os quais não cabe posicionamento da Petrobras", na avaliação da empresa.
Procurada para falar sobre a rejeição da nova proposta apresentada ontem, por parte da FUP, a petroleira não se posicionou.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou ter rejeitado proposta da Petrobras apresentada ontem (21) para encerrar a greve iniciada na quinta-feira (17). "A nova proposta apresentada pela empresa, além de incompleta, não atendeu aos principais pleitos da categoria, tanto na questão econômica quanto nas reivindicações sociais", informou a entidade, em comunicado. A empresa propôs nova reunião hoje para dar continuidade às negociações, informou a FUP. Desta forma, a greve continua.

Segundo avaliação da federação, a proposta da Petrobras não demonstrou "avanços em relação ao fundo garantidor para os trabalhadores terceirizados e a extensão para os aposentados e pensionistas do pagamento dos três níveis conquistados pelos trabalhadores da ativa nas campanhas de 2004, 2005 e 2006". Ainda segundo a FUP, a Petrobras alegou que já existe comissão instituída para responder em 45 dias esse e outros pleitos referentes ao fundo de pensão dos trabalhadores da Petrobras (Petros).

Em um comunicado, a FUP criticou o posicionamento da empresa, afirmando que a extensão dos três níveis para os aposentados e pensionistas deve ser objeto do acordo coletivo e não de uma comissão que só se pronunciará em 45 dias.

A FUP também considerou insuficiente o ganho real proposto pela empresa na negociação salarial, que ficaria em torno de entre 1,41% e 1,80%. O sindicato não informou o percentual oferecido pela petroleira.

Os trabalhadores começaram paralisação na semana passada por tempo indeterminado. Além de pedir melhores condições no patamar de reajustes, o movimento também protestava contra o leilão do campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, ocorrido ontem, e contra o projeto de Lei 4330, que regulamenta a terceirização no setor.

Segundo informações dos sindicatos apuradas pela federação, a adesão à greve permanece entre 90% e 100% dos efetivos das unidades operacionais, com participação dos trabalhadores terceirizados e também do administrativo. Ao todo, a FUP confirmou 42 plataformas na Bacia de Campos que mostraram adesão ao movimento. A Bacia de Campos produz mais de 80% do total do petróleo nacional.

Na última quinta-feira, a Petrobras divulgou comunicado com seu posicionamento sobre a paralisação. A empresa detalhou que o movimento tem como principais motivadores o leilão de Libra e o Projeto de Lei 4330, "sobre os quais não cabe posicionamento da Petrobras", na avaliação da empresa.

Procurada para falar sobre a rejeição da nova proposta apresentada ontem, por parte da FUP, a petroleira não se posicionou.

 



Fonte: Valor Econômico
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