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Rio Pipeline 2009

Petrobras usou novo método para áreas alagadas

24/09/2009 | 18h31

Técnicos da Petrobras fizeram hoje, em apresentação na sessão técnica da Rio Pipeline 2009, uma apresentação sobre novas metodologias construtivas para a instalação de dutos em florestas com áreas alagadas e solos com sedimentos orgânicos. O estudo de caso foi baseado na construção do gasoduto que liga Urucu, no estado do Amazonas, passando pela cidade de Coari até chegar a Manaus.

 

Ao longo do traçado, a região apresenta muitas particularidades de solo e de condições climáticas, que, segundo o gerente de Construção e Montagem da Petrobras, Antonio Edson Gomes, foram os maiores desafios do trabalho.

 

Os estudos iniciais para a execução da obra começaram em 1997 e, desde então, a Petrobras passou a analisar métodos de operação mais viáveis que se adequassem à região. O trecho total do duto, previsto para ser inaugurado ainda este ano, é de 662 quilômetros. “Tivemos que pensar em soluções para os diversos problemas que encontramos no meio do caminho. Havia a época das inundações e a das vazantes. Além disso, o solo continha muita matéria orgânica”, afirma.

 

Na apresentação do projeto, o gerente da Petrobras ressaltou que a obra envolveu um total de nove mil funcionários. “Nosso maior desafio passar a trabalhar com os equipamentos sobre a lâmina d’água e não nas vazantes, como vinha sendo feito até então”. 

 

‘Tatuzão’ aumenta velocidade de escavação

 

As vantagens e desvantagens da escavação convencional e da mecanizada para a instalação de dutos em topografias acidentadas foram destacadas hoje durante sessão técnica na sétima edição da Rio Pipeline 2009, no Rio de Janeiro.

 

Dados mostram que a escavação mecanizada tem sido hoje a principal aliada quando o assunto é escavação de túnel. De acordo com os estudos técnicos feitos por profissionais da Petrobras, a escavação mecanizada, que utiliza uma máquina conhecida como tatuzão, tem sido bastante eficaz.

 

Já a escavação convencional, caracterizada por ciclos, tem características diversas em função de como o solo se apresenta. De acordo com os pesquisadores da Petrobras, a única vantagem deste método é que ele se adapta a qualquer tipo de solo, mas os túneis têm que ser de curta distância.

 

O risco para os trabalhadores continua existindo, já que há a utilização de explosivos. Além disso, esta é uma técnica com resultados variáveis, o que não permite controle rígido de gastos e de cronograma.

 

 



Fonte: Redação
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