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Bolívia

Petrobras informa que suas atividades continuam normais

08/03/2005 | 00h00

A Petrobras informou que não tem por hábito comentar problemas políticos internos dos países onde desenvolve atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural e não o fará, portanto, no caso da Bolívia. No domingo à noite, o presidente daquele país, Carlos Mesa, encaminhou carta ao Congresso Nacional Boliviano renunciando ao cargo. Segundo a empresa, todas as atividades desenvolvidas em seis do nove estados bolivianos estão sendo mantidas normalmente.
A posição foi dada nesta terça-feira, à Agência Brasil, no Rio de Janeiro, pela Assessoria de Imprensa da estatal. Fontes ouvidas pela agência, porém, admitiram que, se houver qualquer informação sobre o assunto, deve ser dada pelo Ministério das Relações Exteriores ou pelo Ministério de Minas e Energia, em Brasília, a quem a estatal brasileira do petróleo está subordinada.
Presente na Bolívia desde 1996, os investimentos da Petrobras naquele país totalizam cerca de US$ 1,6 bilhão. Responsável por 20% do Produto Interno Bruto boliviano (PIB), a estatal brasileira mantém naquele país duas refinarias, oleodutos e gasodutos (inclusive a parte brasileira do Gasbol - Gasoduto Bolívia Brasil) e 90 postos de derivados de petróleo. Com uma produção atual de 52 mil barris de petróleo e gás equivalente em solo boliviano, a estatal é detentora, ainda, de uma reserva de 158 bilhões de metros cúbicos de gás natural.
De Brasília, a assessoria do Ministério de Minas e Energia informou à Agência Brasil, no Rio, que não está previsto pronunciamento da ministra Dilma Rousseff sobre o assunto. O Itamaraty também não tem previsão de outro pronunciamento sobre a crise institucional boliviana. A última nota do Ministério das Relações Exteriores sobre a situação na Bolívia foi divulgada nessa segunda-feira (07/03)
Em declaração assinada pelos vice-ministros das Relações Exteriores da Comunidade Sul-Americana de Nações reunidos em Lima (Peru) defendia a necessidade de se manter e consolidar a institucionalidade democrática na Bolívia. A íntegra da nota é a seguinte:
"A I Reunião de Vice-Ministros das Relações Exteriores da Comunidade Sul-americana de Nações solicitou ao Chanceler do Peru, Embaixador Manuel Rodríguez Cuadros, em sua qualidade de Secretário Pro Tempore da Comunidade, fazer chegar ao Presidente da Bolívia, Dr. Carlos Mesa Gisbert, seu mais firme respaldo ao objetivo de manter e de consolidar a institucionalidade democrática na Bolívia e de encontrar solução para a crise que vive neste momento aquele país irmão, que marque o início da conciliação nacional. Lima, 7 de março de 2005".



Fonte: Agência Brasil
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