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Petrobras ficará com oito dos 28 navios sondas que devem ser construídos no país

07/10/2009 | 14h23
Das 28 sondas de perfuração anunciados pela Petrobras no dia 11 de setembro, pelo menos oito serão operadas diretamente pela Companhia. "As demais serão operadas pelo mercado", afirmou o diretor de Serviços da estatal, Renato Duque. A companhia pretende dar início ao processo licitatório na próxima semana, exatamente um mês após o anúncio oficial da contratação das sondas –  que já estavam previstas no plano de negócios da Companhia e vinham sendo citadas em vários eventos do setor.
 
Segundo o executivo, a licitação será feita em três pacotes: o primeiro, de sete navios sondas de perfuração de posicionamento dinâmico (DP classe 3, as mais modernas), com capacidade para atuar em profundidades de até três mil metros. "o número de sete embarcações é o mínimo necessário para a implantação de um estaleiro", explicou Duque. Ou seja: abre espaço para a participação das já conhecidos estaleiros virtuais.
 

O segundo pacote é de 2 unidades de perfuração, que poderão ser navios sonda, monobloco ou semi-submersíveis. Eles deverão ser disputadas pelos consórcios separadamente, pois a Petrobras prevê a entrega das duas ao mesmo tempo, em 40 meses. Estas unidades poderão incorporar novas tecnologias.
 
O terceiro pacote é o único que segue o modelo tradicional de afretamento, mas todas terão contrato prévio com a Petrobras. O número máximo de unidades por operador será de quatro sondas. "Teríamos nesta modalidade as 19 sondas restantes. Este pacote envolverá estaleiros ou consórcios internacionais, mas deverão ser construídas no Brasil", reiterou Duque.
 
As primeiras deverão ser entregues dentro de prazos estabelecidos pela estatal: a primeira, em 48 meses, a segunda, 10 meses depois, e da terceira em diante, de oito em oito meses.  "Poderão ser propriedade ou não da Petrobras, mas as sete serão contratadas e não afretadas", alertou Duque.


Fonte: Redação
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