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Petrobras esclarece sobre produção no pré-sal

04/12/2013 | 10h58

 

A Petrobras divulgou nota na noite de ontem (3) esclarecendo que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) adota um conceito de produção no pré-sal diferente do adotado pela companhia. A estatal informou que considera como pré-sal reservatórios carbonáticos microbiais localizados abaixo da camada de sal. A agência, por sua vez, também inclui poços que produzem petróleo em formações geológicas conhecidas como coquinas, localizadas, principalmente, nos campos antigos da Bacia de Campos. 
Entre os seis poços que produzem a partir de formações de coquinas, três estão localizados no campo de Linguado, um em Trilha e dois em Pampo, todos na Bacia de Campos, com uma produção total baixa, de cerca de 1,2 mil barris por dia (bpd).
Dessa forma, segundo o conceito da ANP, 25 poços produziram no pré-sal em setembro e 27 poços em outubro. Esse aumento na quantidade de poços deveu-se à entrada em operação, no dia 26 de outubro, do Sistema de Produção Antecipada (SPA) ligado ao poço LL-07. Esse poço contribuiu com a produção mensal por apenas quatro dias durante o mês de outubro. Além disso, a Petrobras executou um teste de formação no poço ANP-01, na área de Franco, com apenas 72 horas de duração. Com isso, houve, efetivamente, apenas o aumento de produção do LL-07 e por pouco tempo, já que o o poço de Franco foi fechado após a realização do referido teste.
A Petrobras informa, também, que houve, de fato, uma redução na produção total do pré-sal, devido a problemas operacionais num compressor do FPSO Cidade de Angra dos Reis, no campo de Lula, na Bacia de Santos.
A companhia ressalta que no mês de novembro esse problema foi normalizado, com o registro, no dia 22, de novo recorde de produção diária no pré-sal, de 362,3 mil barris por dia (bpd).
Ainda em novembro foi batido novo recorde de produção mensal no pré-sal, com 339 mil bpd, graças à contribuição do LL-07 durante todo o mês de novembro e à entrada em operação do SPA conectado ao poço RJS-678 ligado ao FPSO-Cidade de São Vicente.
Para o recorde de 362,3 mil bpd, obtido com apenas 21 poços produtores, o pré-sal da Bacia de Santos contribuiu com 185,4 mil bpd, produzidos por oito poços, o que corresponde a uma média de 23,2 mil bpd por poço. Desses oito, dois poços, conectados a SPAs, estão com produção restrita devido à limitação da queima de gás. Por sua vez, o pré-sal da Bacia de Campos contribuiu com 176,9 mil bpd por meio de 13 poços, o que corresponde a uma média de 13,6 mil bpd.

A Petrobras divulgou nota na noite de ontem (3) esclarecendo que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) adota um conceito de produção no pré-sal diferente do adotado pela companhia. A estatal informou que considera como pré-sal reservatórios carbonáticos microbiais localizados abaixo da camada de sal. A agência, por sua vez, também inclui poços que produzem petróleo em formações geológicas conhecidas como coquinas, localizadas, principalmente, nos campos antigos da Bacia de Campos. 

Entre os seis poços que produzem a partir de formações de coquinas, três estão localizados no campo de Linguado, um em Trilha e dois em Pampo, todos na Bacia de Campos, com uma produção total baixa, de cerca de 1,2 mil barris por dia (bpd).

Dessa forma, segundo o conceito da ANP, 25 poços produziram no pré-sal em setembro e 27 poços em outubro. Esse aumento na quantidade de poços deveu-se à entrada em operação, no dia 26 de outubro, do Sistema de Produção Antecipada (SPA) ligado ao poço LL-07. Esse poço contribuiu com a produção mensal por apenas quatro dias durante o mês de outubro. Além disso, a Petrobras executou um teste de formação no poço ANP-01, na área de Franco, com apenas 72 horas de duração. Com isso, houve, efetivamente, apenas o aumento de produção do LL-07 e por pouco tempo, já que o o poço de Franco foi fechado após a realização do referido teste.

A Petrobras informa, também, que houve, de fato, uma redução na produção total do pré-sal, devido a problemas operacionais num compressor do FPSO Cidade de Angra dos Reis, no campo de Lula, na Bacia de Santos.

A companhia ressalta que no mês de novembro esse problema foi normalizado, com o registro, no dia 22, de novo recorde de produção diária no pré-sal, de 362,3 mil barris por dia (bpd).
Ainda em novembro foi batido novo recorde de produção mensal no pré-sal, com 339 mil bpd, graças à contribuição do LL-07 durante todo o mês de novembro e à entrada em operação do SPA conectado ao poço RJS-678 ligado ao FPSO-Cidade de São Vicente.

Para o recorde de 362,3 mil bpd, obtido com apenas 21 poços produtores, o pré-sal da Bacia de Santos contribuiu com 185,4 mil bpd, produzidos por oito poços, o que corresponde a uma média de 23,2 mil bpd por poço. Desses oito, dois poços, conectados a SPAs, estão com produção restrita devido à limitação da queima de gás. Por sua vez, o pré-sal da Bacia de Campos contribuiu com 176,9 mil bpd por meio de 13 poços, o que corresponde a uma média de 13,6 mil bpd.

 



Fonte: Redação TN/ Agência Petrobras
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