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Pré-Sal

Petrobras apresenta à ANP declaração de comercialidade da Área de Carioca

20/12/2013 | 08h24
Petrobras apresenta à ANP declaração de comercialidade da Área de Carioca
TN Petróleo TN Petróleo

 

A Petrobras, operadora do Consórcio Bacia Marítima de Santos 9 (BM-S-9), apresentou hoje (19) à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a declaração de comercialidade da acumulação de petróleo da Área de Carioca, localizada no pré-sal da Bacia de Santos.
Localizado a aproximadamente 270 quilômetros da costa do estado de São Paulo e em profundidade em torno de 2.140 metros, Carioca tem um volume total de óleo recuperável estimado em 459 milhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural), representando mais um campo de grande porte descoberto no pré-sal brasileiro.
Junto com a declaração de comercialidade, o consórcio apresentou à ANP o Relatório Final do Plano de Avaliação da Descoberta, executado a partir do primeiro poço perfurado em 2007, e sugeriu que o novo campo – formado por reservatórios com óleo de boa qualidade (em torno de 26 graus API, medida de densidade do petróleo) –, seja denominado Lapa.
A Petrobras e seus parceiros no Consórcio BM-S-9 adquiriram dados sísmicos 3D, perfuraram cinco poços, e fizeram três testes de formação e um de longa duração. O Plano de Negócio e Gestão 2013-2017 da companhia planeja o primeiro óleo desse campo para o terceiro trimestre de 2016.
O Consórcio BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com as empresas BG E&P Brasil (30%) e Repsol Sinopec Brasil (25%). Após a declaração de comercialidade, o Plano de Desenvolvimento do campo será submetido à ANP em até 180 dias.
Em 2011, o consórcio já havia declarado a comercialidade do Campo de Sapinhoá (Área de Guará). Sapinhoá atualmente produz, por meio do navio FPSO Cidade de São Paulo, cerca de 30 mil barris de óleo por dia, através de um único poço produtor interligado. Os demais poços serão interligados no início de 2014.
A Petrobras deverá encaminhar até o final do ano a declaração de comercialidade de pelo menos mais dois grandes campos na área do pré-sal. Ontem (18), o secretário de Óleo e Gás, do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, disse que a estatal deverá declarar a comercialidade dos campos de Franco e Sul de Tupi, que fazem parte da cessão onerosa da área do pré-sal da Bacia de Santos.
A cessão onerosa é um mecanismo criado pelo governo federal para permitir que a estatal petrolífera produza até 5 bilhões de barris de petróleo, em algumas áreas do pré-sal, sem a necessidade de licitação.
Este ano, a estatal já informou ao governo da intenção de declarar a comercialidade de todos os seis campos onde opera na área de cessão onerosa: além de Franco e Sul de Tupi, a empresa manifestou a intenção de declarar a comercialidade dos campos de Florin, Sul de Guará, Entorno de Iara e Nordeste de Tupi.

A Petrobras, operadora do Consórcio Bacia Marítima de Santos 9 (BM-S-9), apresentou ontem (19) à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a declaração de comercialidade da acumulação de petróleo da Área de Carioca, localizada no pré-sal da Bacia de Santos.

Localizado a aproximadamente 270 quilômetros da costa do estado de São Paulo e em profundidade em torno de 2.140 metros, Carioca tem um volume total de óleo recuperável estimado em 459 milhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural), representando mais um campo de grande porte descoberto no pré-sal brasileiro.

Junto com a declaração de comercialidade, o consórcio apresentou à ANP o Relatório Final do Plano de Avaliação da Descoberta, executado a partir do primeiro poço perfurado em 2007, e sugeriu que o novo campo – formado por reservatórios com óleo de boa qualidade (em torno de 26 graus API, medida de densidade do petróleo) –, seja denominado Lapa.

A Petrobras e seus parceiros no Consórcio BM-S-9 adquiriram dados sísmicos 3D, perfuraram cinco poços, e fizeram três testes de formação e um de longa duração. O Plano de Negócio e Gestão 2013-2017 da companhia planeja o primeiro óleo desse campo para o terceiro trimestre de 2016.

O Consórcio BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com as empresas BG E&P Brasil (30%) e Repsol Sinopec Brasil (25%). Após a declaração de comercialidade, o Plano de Desenvolvimento do campo será submetido à ANP em até 180 dias.

Em 2011, o consórcio já havia declarado a comercialidade do Campo de Sapinhoá (Área de Guará). Sapinhoá atualmente produz, por meio do navio FPSO Cidade de São Paulo, cerca de 30 mil barris de óleo por dia, através de um único poço produtor interligado. Os demais poços serão interligados no início de 2014.

A Petrobras deverá encaminhar até o final do ano a declaração de comercialidade de pelo menos mais dois grandes campos na área do pré-sal. Anteontem (18), o secretário de Óleo e Gás, do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, disse que a estatal deverá declarar a comercialidade dos campos de Franco e Sul de Tupi, que fazem parte da cessão onerosa da área do pré-sal da Bacia de Santos.

A cessão onerosa é um mecanismo criado pelo governo federal para permitir que a estatal petrolífera produza até 5 bilhões de barris de petróleo, em algumas áreas do pré-sal, sem a necessidade de licitação.

Este ano, a estatal já informou ao governo da intenção de declarar a comercialidade de todos os seis campos onde opera na área de cessão onerosa: além de Franco e Sul de Tupi, a empresa manifestou a intenção de declarar a comercialidade dos campos de Florin, Sul de Guará, Entorno de Iara e Nordeste de Tupi.



Fonte: Agência Petrobras
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