acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Golfo do México 5

Pescadores da Louisiana revertem situação e lucram com vazamento de petróleo

17/06/2010 | 11h29


Diferente do mercado náutico de Pensacola, na Califórnia, os pescadores, donos de marina e aluguel de barco de Louisiana estão conseguindo reverter um potencial prejuízo do derramamento de petróleo no Golfo do México para o lucro, ao se juntarem com a empresa British Petroleum no combate ao vazamento. "A grande maioria das operações de charter no sul da Louisiana estão encerradas devido ao derramamento de petróleo", disse Daryl Carpenter, presidente da Associação de Aluguel de Barcos da Louisiana. Os trabalhadores locais foram contratados e agora acompanham empreiteiros ou trabalham a bordo dos navios da BP. "Nós não temos idéia de quanto tempo isso vai durar. Eles ainda estão na fase de contenção. O esforço de limpeza ainda nem começou. O Departamento de Pesca do Estado tem sido muito agressivo, e com razão, porque iria matar a indústria se um peixe estragado ou camarão fosse colocado à venda no mercado", completou.

Apesar de muitos barcos de fora da cidade estarem querendo se aproveitar da situação, Carpenter garante que já está tomando as providências. "Já conversamos com a BP e eles disseram que iam mudar a partir de hoje [dia 11 de junho]. Nossos barcos estão tirando o maior proveito desta oportunidade, mas mais uma vez, não sabemos quanto tempo isso vai durar e quanto tempo a pesca vai ficar proibida". Completou.

Os donos de marinas pegaram carona no desastre e estão alugando espaços que antes não eram utilizados. "Você tem um lugar garantido para o seu barco durante seis meses", disse Braden Thurber, diretor do Boba Club em St. Petersburgo. "Não há um monte de espaço disponível, mas vamos tentar acomodar o maior número de barcos possível. A idéia é fazer com que os barcos fiquem fora do óleo. Se ele chegar até aqui, todos nós vamos ser prejudicados", concluiu.

 

 

Por Mariana Peccioacco



Fonte: Náutica Online
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar