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O&G: indústria globalizada com sotaques

Redação TN Petróleo/Assessoria
01/12/2021 18:02
O&G: indústria globalizada com sotaques Imagem: Divulgação Visualizações: 140

A inclusão na indústria de óleo e gás vai mais além de gênero, raça, orientação sexual, condição econômica, entre outros aspectos que formam a diversidade. Em um país de dimensões continentais no qual o setor de óleo & gás e energia desempenha um papel crucial para o desenvolvimento econômico regional,  inclusão passa também pela cultura, que está refletida também na diversidade linguística.

E foi justamente esse o assunto da primeira sessão de hoje do Young Summit | Rio Oil and Gas 2020 (riooilgas.com.br) – O futuro se faz presente, promovido pela Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás Natural (IBP), que vai até dia amanhã (2). “Quem disse que é só sotaque?” foi o tema da sessão que reuniu jovens de cinco regiões do país, para um bate-papo sobre suas vivências e experiências sob a moderação de Lia Medeiros, diretora de Comunicação, Sustentabilidade e Pessoas da TN Petróleo.

O Young Summit é patrocinado por Petrobras, TotalEnergies, NTS, Prumo e TechnipFMC, além de contar com a participação do Governo Federal.

Participaram da sessão Carla Corina, doutoranda em Engenharia Química da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Eduardo Ramires, mestrando em Engenharia de Petróleo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Mariana Leite, estrategista de Negócios da Bemol Digital, empresa de base tecnológica de Manaus (AM) e Robert Santana Santos, estagiário da Cyrela, incorporadora e construtora de imóveis residenciais sediada em São Paulo.

Eles conversaram com Lia Medeiros sobre suas experiências de vida: desde a opção profissional, que muitas vezes leva à migração para outras regiões, para estudar e/ou trabalhar, afastando os jovens da convivência familiar e gerando inúmeros desafios, além dos que existem em um mercado que mobiliza profissionais das mais distintas formações.

“A questão da Diversidade (Equidade) e Inclusão perpassa todas as gerações, especialmente as gerações Y e Z. Razão pela qual é importante que os jovens possam expressar também sua cultura, suas raízes. Daí a relevância desse debate sobre os sotaques dessa indústria globalizada, que precisa respeitar e incorporar toda a diversidade cultural de seus futuros profissionais”, pontua Lia Medeiros.

 

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