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Bacia de Santos

Ocean Rig Mylos chega ao bloco BM-C-33

01/11/2013 | 19h13

 

No Brasil desde o dia 25 de outubro, o navio-sonda de sétima geração Ocean Rig Mylos, construído no estaleiro Samsung Heavy Industries, na Coreia do Sul, deixou o litoral de Niterói no dia 31 e partiu rumo ao bloco BM-C-33, onde a Repsol Sinopec Brasil fez as descobertas de Seat, Gávea e Pão de Açúcar. Juntos, os três prospectos representam a maior descoberta feita até o momento no pré-sal da Bacia de Campos, com estimativas in place de mais de 700 milhões de óleo e mais de 3 trilhões de pés cúbicos de gás.
 
"Daremos início ao plano de avaliação do bloco. O primeiro poço que iremos perfurar será o Seat 2, depois perfuraremos o Pão de Açúcar 2. Em ambos realizaremos um DST (procedimento para testar a pressão, a permeabilidade e a capacidade de produção de um poço). O terceiro dependerá da análise da sísmica em 3D que realizamos na área este ano e dos resultados dos dois primeiros poços de avaliação", explica Mariano González, diretor do Projeto BM-C-33 da Repsol Sinopec Brasil.
A Ocean Rig Mylos é uma das sondas mais modernas do mundo, podendo ser utilizada em lâmina d'água de até 3.700 metros. O alto nível de automação traz maior agilidade para as operações e reduz os riscos para os trabalhadores. E na questão ambiental, possibilita a operação com descarte zero.
 
"Há redundância em todos os equipamentos fundamentais da sonda, como no caso da torre de perfuração do tipo ‘dual activity', que permite uma maior optimização de tempo produtivo nas fases iniciais do processo, além de dois ROVs (veículos submarinos operados remotamente). Com a instalação de dois BOPs (equipamento para evitar perda de controle do poço) de sete gavetas, um já instalado e outro a caminho do Brasil, a Repsol Sinopec se antecipa às futuras regulações de segurança na indústria", conta Eugenio Roqueñí, engenheiro de perfuração e completação da Repsol Sinopec Brasil. 
 
A sonda ainda é equipada com cinco bombas de lama de perfuração com seis "shale shakers" (peneiras que separam o cascalho aderido à lama de perfuração). Esta configuração do sistema permite maior controle e eficácia no tratamento de fluídos. "O Ocean Rig Mylos tem as ferramentas mais modernas do mercado, que unidas a um rigoroso plano de treinamento de pessoal farão da embarcação uma referência nas operações da companhia", diz Roqueñí.

No Brasil desde o dia 25 de outubro, o navio-sonda de sétima geração Ocean Rig Mylos, construído no estaleiro Samsung Heavy Industries, na Coreia do Sul, deixou o litoral de Niterói no dia 31 e partiu rumo ao bloco BM-C-33, onde a Repsol Sinopec Brasil fez as descobertas de Seat, Gávea e Pão de Açúcar. Juntos, os três prospectos representam a maior descoberta feita até o momento no pré-sal da Bacia de Campos, com estimativas in place de mais de 700 milhões de óleo e mais de 3 trilhões de pés cúbicos de gás.

 

"Daremos início ao plano de avaliação do bloco. O primeiro poço que iremos perfurar será o Seat 2, depois perfuraremos o Pão de Açúcar 2. Em ambos realizaremos um DST (procedimento para testar a pressão, a permeabilidade e a capacidade de produção de um poço). O terceiro dependerá da análise da sísmica em 3D que realizamos na área este ano e dos resultados dos dois primeiros poços de avaliação", explica Mariano González, diretor do Projeto BM-C-33 da Repsol Sinopec Brasil.

A Ocean Rig Mylos é uma das sondas mais modernas do mundo, podendo ser utilizada em lâmina d'água de até 3.700 metros. O alto nível de automação traz maior agilidade para as operações e reduz os riscos para os trabalhadores. E na questão ambiental, possibilita a operação com descarte zero.

 

"Há redundância em todos os equipamentos fundamentais da sonda, como no caso da torre de perfuração do tipo ‘dual activity', que permite uma maior optimização de tempo produtivo nas fases iniciais do processo, além de dois ROVs (veículos submarinos operados remotamente). Com a instalação de dois BOPs (equipamento para evitar perda de controle do poço) de sete gavetas, um já instalado e outro a caminho do Brasil, a Repsol Sinopec se antecipa às futuras regulações de segurança na indústria", conta Eugenio Roqueñí, engenheiro de perfuração e completação da Repsol Sinopec Brasil. 

 

A sonda ainda é equipada com cinco bombas de lama de perfuração com seis "shale shakers" (peneiras que separam o cascalho aderido à lama de perfuração). Esta configuração do sistema permite maior controle e eficácia no tratamento de fluídos. "O Ocean Rig Mylos tem as ferramentas mais modernas do mercado, que unidas a um rigoroso plano de treinamento de pessoal farão da embarcação uma referência nas operações da companhia", diz Roqueñí.

 



Fonte: Redação TN/ Ascom Repsol
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