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Educação

Novo programa de internacionalização em universidades é desenvolvido pela Capes

29/11/2016 | 09h27

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) está elaborando um novo programa com foco na internacionalização do ensino superior brasileiro.

Preliminarmente apresentado como Mais Ciência, Mais Desenvolvimento – Johanna Döbereiner, o programa vai permitir que as instituições de ensino superior apresentem seus projetos para receber apoio.

Eles devem ter foco em áreas de relevância de cada universidade e também em países de interesse. A apresentação ocorreu na última sexta-feira (25), em Manaus (AM), durante o XXXII Encontro Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação (Enprop).

A diretora de Relações Internacionais da Capes, Concepta Margaret McManus Pimentel informou que o programa ainda será apresentado à Casa Civil da Presidência da República e que será montado um grupo de trabalho para definir normas, metas e o funcionamento.

Também há uma proposta de criar um programa específico para as instituições da região Norte. Ela falou que a experiência do programa Ciência sem Fronteiras mostrou que a mesma solução não serve para todo mundo e que internacionalizar não é só mobilidade.

“Internacionalização não é um ato e sim um hábito. As instituições precisam pensar e se planejar internamente, seja na contratação de professores, nos currículos dos cursos, nas linhas de pesquisa, em curso de idiomas não apenas para alunos, mas para os próprios professores”, completou.

Johanna Döbereiner

A diretora de Relações Internacionais disse ainda que sugeriu o nome da cientista Johanna Döbereiner por existirem vários programas com nome de cientistas brasileiros homens e que, agora, é o momento de homenagear uma mulher.

Johanna Döbereiner é a cientista brasileira mais citada pela comunidade científica mundial. Nasceu em Aussig, Checoslováquia. Em 1947 iniciou o curso de Agronomia na Universidade de Munique. Em 1950, seguindo os passos do pai, emigrou para o Brasil, com uma recomendação para o Serviço Nacional de Pesquisa Agropecuária, onde começou a trabalhar em Microbiologia do Solo. Johanna Döbereiner naturalizou-se brasileira em 1956.

Entre 1963 e 1969, Johanna Döbereiner iniciou um programa de pesquisas sobre os aspectos limitantes da fixação biológica de nitrogênio (FBN) em leguminosas tropicais. O programa brasileiro de melhoramento da soja, iniciado em 1964, foi influenciado – como tantas outras pesquisas nas regiões tropicais – pelos trabalhos de Johanna Döbereiner. Morreu aos 75 anos, no dia 5 de outubro de 2000, em Seropédica, interior do Estado do Rio de Janeiro.



Fonte: Redação/Assessoria
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