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Indústria naval

Novas diretrizes e propostas que visam contribuir para o fortalecimento do setor, em documento da Firjan

14/10/2016 | 09h54
Novas diretrizes e propostas que visam contribuir para o fortalecimento do setor, em documento da Firjan
Divulgação Divulgação

A Firjan apresentou ontem, 13/10, o documento “Panorama Naval no Rio de Janeiro 2016 - Mapa Naval”, na Representação Regional Firjan Leste Fluminense, que aponta informações sobre o cenário fluminense com temas sobre ganhos de competitividade com a concessão das dragagens portuárias, ambiente de negócios propício para a indústria naval e oportunidade para desenvolvimento da cadeia produtiva, além de informações sobre construção, manutenção e reparo naval para a retomada da indústria.

Foto: Fabiano Veneza, Firjan

Para o presidente da regional Firjan Leste Fluminense, Luiz Césio Caetano, “esse trabalho mostra que o cenário atual exige a capacidade de coordenação e atuação conjunta, com envolvimento de todas as partes interessadas para executar ações que permitam o fortalecimento do setor”.

De acordo com Karine Fragoso, gerente de Petróleo e Gás do Sistema Firjan, é muito importante essa reunião com a presença de diversas organizações e olhares sobre o mesmo setor.

“O que vimos hoje aqui é que há um consenso geral de que temos um problema para ser resolvido e que existem condições de resolver. Para isso, precisamos de um grande pacto da sociedade pra não perdermos tudo que foi feito na década passada. Também é necessário um processo que favoreça o setor produtivo e não um processo nocivo ao setor produtivo, que é o que temos hoje. Somente com a união de forças temos chance de conseguir construir um caminho único de solução para essa indústria”.

O estudo aponta, ainda, cinco propostas e 10 diretrizes para a indústria naval, que estão no Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro 2016-2025, documento elaborado pela Firjan e por mais de mil empresários fluminenses. As ações incluem os estaleiros e os fornecedores de bens e serviços, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento do segmento.

Nas diretrizes estão a criação de um ambiente favorável de negócios; promoção da melhoria da infraestrutura; construção de uma agenda de recuperação do setor; promoção da engenharia naval nacional, do desenvolvimento tecnológico e da inovação; e desenvolvimento e implantação de governança corporativa, contemplando todos os atores vinculados ao mercado naval.

Entre as propostas do documento estão a alteração do marco legal da inovação, visando o maior incentivo à pesquisa, desenvolvimento e inovação; e a suspensão da cobrança de ICMS em compras de insumos fluminenses para fabricação de produtos para exportação (drawback), evitando que o produto importado – isento de cobrança de ICMS – tenha preferência sobre a produção do estado.

Outros pontos defendidos pela Federação são duplicação do canal de acesso e aprofundamento das bacias de evolução e fundeadouros do Complexo Portuário da Baía de Sepetiba; e realização da dragagem de aprofundamento e manutenção dos canais de acesso, berços de atracação, bacias de evolução e fundeadouros do complexo portuário da Baía de Guanabara, formado pelos portos do Rio de Janeiro e de Niterói e pelos terminais privativos localizados na baía.

O evento contou com a participação do Almirante Rabello, coordenador do Programa de Reaparelhamento da Marinha do Brasil; Sérgio Leal, secretário-executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Construção Naval (Sinaval); Marcelo Dreicon, assessor de Planejamento e Gestão Estratégica da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin); e Carlos Durães, vice-presidente da Associação Conselho Empresarial Naval-Offshore (Asscenon), além de mais de 60 empresários da região.

Além da colaboração das instituições presentes durante o evento, o Panorama Naval contou também com a visão sobre o segmento náutico, dada pela Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar). A indústria de navipeças foi apresentada pela perspectiva da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq); já a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) apresentou suas considerações sobre o mercado offshore.

O Panorama Naval no Rio de Janeiro 2016 - Mapa Naval pode ser acessado pelo link http://www.firjan.com.br/publicacoes/publicacoes-de-economia/panorama-naval-no-rio-de-janeiro-2016.htm.



Fonte: Redação/Assessoria Firjan
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