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Internacional

Mistura de etanol à gasolina é realidade no Sudão

13/12/2013 | 15h20

 

A introdução da mistura de 10% de etanol à gasolina (E10) já é uma realidade no Sudão. A medida foi adotada como uma das fontes de desenvolvimento econômico do país, que seguiu exemplos semelhantes às de outros países africanos adeptos ao E10, como África do Sul, Moçambique e Angola. Além do governo local, uma das responsáveis por esse avanço econômico é a Kenana Sugar Company - grupo composto por mais de dez unidades de negócios integrados de produção de açúcar, biocombustíveis e alimentos, usando como base a cana-de-açúcar. A empresa implantou a produção de etanol desde abril deste ano.
Na África do Sul, por exemplo, a partir de outubro de 2015 toda a gasolina e diesel comercializados terão que incluir a adição de biocombustíveis.
O diretor geral da Kenana Company, Mohamed Al-Mardi Al-Tijani observou que a produção de etanol de 65 milhões de litros deve ser elevada para 200 milhões por ano, bem como a elevação na produção de açúcar que deve atingir 2 milhões de toneladas por ano.
Estima-se que nos próximos dez anos, os investimentos no setor sucroenergético sudanês devem ultrapassar os US$ 3,5 bilhões.
Na primeira semana de dezembro deste ano, o Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution realizou em parceria com o Apla (Arranjo Produtivo Local do Álcool) e Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), missão comercial a Karthoum, capital do Sudão.
Na programação, representantes de 11 empresas brasileiras tiveram encontros com autoridades governamentais, visitas e reuniões técnicas com representantes dos mais importantes grupos do setor sucroenergético do Sudão como Kenana Sugar Company, White Nile e Sudanese Sugar Company.
Durante a missão, o ministro das Finanças, Magdi Hassan Yassin entregou aos empresários e ao diretor executivo do Apla, Flavio Castelar, o plano de expansão e modernização da Sudanese Sugar, “O ministro solicitou a colaboração do Apla para ajudarmos a potencializar a produção de açúcar e bioprodutos com a tecnologia brasileira”, disse Castelar.

A introdução da mistura de 10% de etanol à gasolina (E10) já é uma realidade no Sudão. A medida foi adotada como uma das fontes de desenvolvimento econômico do país, que seguiu exemplos semelhantes às de outros países africanos adeptos ao E10, como África do Sul, Moçambique e Angola. Além do governo local, uma das responsáveis por esse avanço econômico é a Kenana Sugar Company - grupo composto por mais de dez unidades de negócios integrados de produção de açúcar, biocombustíveis e alimentos, usando como base a cana-de-açúcar. A empresa implantou a produção de etanol desde abril deste ano.

Na África do Sul, por exemplo, a partir de outubro de 2015 toda a gasolina e diesel comercializados terão que incluir a adição de biocombustíveis.

O diretor geral da Kenana Company, Mohamed Al-Mardi Al-Tijani observou que a produção de etanol de 65 milhões de litros deve ser elevada para 200 milhões por ano, bem como a elevação na produção de açúcar que deve atingir 2 milhões de toneladas por ano.

Estima-se que nos próximos dez anos, os investimentos no setor sucroenergético sudanês devem ultrapassar os US$ 3,5 bilhões.

Na primeira semana de dezembro deste ano, o Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution realizou em parceria com o Apla (Arranjo Produtivo Local do Álcool) e Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), missão comercial a Karthoum, capital do Sudão.

Na programação, representantes de 11 empresas brasileiras tiveram encontros com autoridades governamentais, visitas e reuniões técnicas com representantes dos mais importantes grupos do setor sucroenergético do Sudão como Kenana Sugar Company, White Nile e Sudanese Sugar Company.

Durante a missão, o ministro das Finanças, Magdi Hassan Yassin entregou aos empresários e ao diretor executivo do Apla, Flavio Castelar, o plano de expansão e modernização da Sudanese Sugar, “O ministro solicitou a colaboração do Apla para ajudarmos a potencializar a produção de açúcar e bioprodutos com a tecnologia brasileira”, disse Castelar.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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