Petroquímica

Matéria-prima é variável crítica para a indústria petroquímica brasileira

Afirmação foi feita da manhã de hoje por Julio Bueno.

Redação TN/ Ascom Sedeis
13/11/2013 11:05
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A questão da matéria-prima é uma “variável crítica” para a indústria petroquímica brasileira, segundo alertou o secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, Julio Bueno, hoje (13) na abertura do Seminário sobre Petroquímica, que inaugurou, na sede da Fecomércio-RJ, o Ciclo de Seminários para o Desenvolvimento do Rio de Janeiro. O evento vai até as 18h15.
“Teremos ou não gás natural? Essa é uma questão crucial nos próximos anos”, afirmou Bueno. Segundo ele, além dessa variável fundamental da matéria-prima, a indústria petroquímica do Brasil enfrenta ainda os problemas que são comuns ao setor industrial em geral: câmbio, juros, carga tributária, preço da energia, custo elevado e pouca produtividade do trabalho e custo de logística, que tem afetado negativamente a competitividade. “A petroquímica reflete as esquinas que temos neste momento no Brasil”, acredita o secretário.
Para Julio Bueno, há “um inegável processo de desindustrialização no País” e, para que ocorra um salto na renda per capita brasileira, será preciso investir na indústria de transformação. No Rio de Janeiro, segundo ele, a meta e o desafio têm sido ampliar e diversificar os segmentos industriais atuantes no Estado, para além do petróleo.
“Se a petroquímica brasileira crescer, isso ocorrerá no Rio, o lugar do pré-sal, que tem melhor infraestrutura para o setor e, portanto, o Rio de Janeiro tem tudo a ver com essa discussão e por isso realizamos o seminário, para tentar iluminá-la”, concluiu o secretário, acrescentando que o Ciclo de Seminários é parte da decisão de que o Estado “volte a ser um polo importante e de vanguarda dessas discussões no Brasil”.
O vice-presidente da Firjan, Carlos Mariani, avalia que o Ciclo de Seminários “vai com certeza abrir horizontes novos, desenvolvendo a indústria do conhecimento, moda e design, que serão cada vez mais importantes no Rio de Janeiro”. Ele salientou que os enormes desafios da industria petroquímica no Brasil acentuam a importância da realização de debates sobre o assunto.
Já o presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz, concentrou sua fala em elogios à gestão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. “Nos últimos sete anos o Rio de Janeiro mudou muito, porque estamos somando forças. Julio Bueno tem sido peça fundamental para nós empresários nesse período, sua equipe é um primeiro time que qualquer Estado do País e do mundo gostaria de ter e, por sorte nossa, está no Rio de Janeiro”, disse.

A questão da matéria-prima é uma “variável crítica” para a indústria petroquímica brasileira, segundo alertou o secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, Julio Bueno, hoje (13) na abertura do Seminário sobre Petroquímica, que inaugurou, na sede da Fecomércio-RJ, o Ciclo de Seminários para o Desenvolvimento do Rio de Janeiro. O evento vai até as 18h15.

“Teremos ou não gás natural? Essa é uma questão crucial nos próximos anos”, afirmou Bueno. Segundo ele, além dessa variável fundamental da matéria-prima, a indústria petroquímica do Brasil enfrenta ainda os problemas que são comuns ao setor industrial em geral: câmbio, juros, carga tributária, preço da energia, custo elevado e pouca produtividade do trabalho e custo de logística, que tem afetado negativamente a competitividade. “A petroquímica reflete as esquinas que temos neste momento no Brasil”, acredita o secretário.

Para Julio Bueno, há “um inegável processo de desindustrialização no País” e, para que ocorra um salto na renda per capita brasileira, será preciso investir na indústria de transformação. No Rio de Janeiro, segundo ele, a meta e o desafio têm sido ampliar e diversificar os segmentos industriais atuantes no Estado, para além do petróleo.

“Se a petroquímica brasileira crescer, isso ocorrerá no Rio, o lugar do pré-sal, que tem melhor infraestrutura para o setor e, portanto, o Rio de Janeiro tem tudo a ver com essa discussão e por isso realizamos o seminário, para tentar iluminá-la”, concluiu o secretário, acrescentando que o Ciclo de Seminários é parte da decisão de que o Estado “volte a ser um polo importante e de vanguarda dessas discussões no Brasil”.

O vice-presidente da Firjan, Carlos Mariani, avalia que o Ciclo de Seminários “vai com certeza abrir horizontes novos, desenvolvendo a indústria do conhecimento, moda edesign, que serão cada vez mais importantes no Rio de Janeiro”. Ele salientou que os enormes desafios da industria petroquímica no Brasil acentuam a importância da realização de debates sobre o assunto.

Já o presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz, concentrou sua fala em elogios à gestão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. “Nos últimos sete anos o Rio de Janeiro mudou muito, porque estamos somando forças. Julio Bueno tem sido peça fundamental para nós empresários nesse período, sua equipe é um primeiro time que qualquer Estado do País e do mundo gostaria de ter e, por sorte nossa, está no Rio de Janeiro”, disse.

 

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