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Empresas

Lupatech enfrenta greve em duas controladas no RS

06/10/2010 | 19h58
Os funcionários das empresas Microinox e Steelinject, de Caxias do Sul, ambas controladas pela Lupatech, entraram em greve ontem para protestar contra o cancelamento da antecipação de parte do programa de distribuição de resultados deste ano. O pagamento de parte do programa estava previsto para o dia 30 de outubro e deveria ser de R$ 360 por trabalhador, valor equivalente a 50% do piso salarial da categoria, disse o presidente do sindicato dos metalúrgicos da cidade, Leandro Velho.


Conforme o sindicalista, os cerca de 600 empregados do primeiro e do segundo turno fizeram assembleias ontem e decidiram parar depois que as duas empresas informaram que não haveria distribuição de resultados porque o desempenho registrado no primeiro semestre ficou abaixo do previsto. Dirigentes do sindicato devem reunir-se hoje com um diretor da Lupatech e os funcionários só pretendem voltar ao trabalho com a garantia de pagamento da antecipação, explicou Velho.
 

Em fato relevante, a Lupatech afirmou que "não houve o cumprimento das metas mínimas estabelecidas no acordo (de participação nos resultados) para o período que compreende o primeiro semestre de 2010" na Microinox e na Steelinject. As duas empresas, junto com a argentina Itasa, formam a divisão de metalurgia (focada no setor automotivo) do grupo gaúcho, que opera ainda nos setores de equipamentos e serviços para a indústria de petróleo e gás e válvulas industriais.


No primeiro semestre a Lupatech apurou receita líquida consolidada de R$ 306,1 milhões, 4,1% a menos do que no mesmo período de 2009, e prejuízo consolidado de R$ 30,1 milhões, ante o lucro de R$ 29,1 milhões de janeiro a junho do ano passado. A divisão de metalurgia contribuiu com receita líquida de R$ 29 milhões, com alta de 13,4% no período. Enquanto o segmento de válvulas cresceu 19,3%, para R$ 70,9 milhões, e as operações no setor de petróleo e gás recuaram 12%, para R$ 206,2 milhões, sempre em comparação dos primeiros semestres.


Fonte: Valor Econômico
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