Eletricidade

Liquidez no mercado livre de energia cresce

Indicador teve incremento de 1,2% em outubro.

Ascom CCEE
10/12/2013 10:00
Visualizações: 713

 

O InfoLiquidez, relatório da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) que analisa a liquidez do mercado livre de energia, apontou leve incremento, de 1,2%, em outubro. O índice de rotatividade dos contratos no ambiente livre foi de 2,56, contra 2,53 no mesmo mês de 2012.
Entre setembro e outubro de 2013, o índice de rotatividade dos contratos ficou praticamente estável, tendo passado de 2,55 para 2,56. O indicador é utilizado para medir a liquidez do mercado e representa uma média de quantas vezes um contrato troca de mãos antes de ser liquidado.
Em outubro de 2013, a rotatividade dos contratos de energia convencional apresentou índice de 2,52, também com estabilidade na comparação com setembro. Quando comparada a variação anual, entre outubro de 2012 e 2013, houve crescimento de 2,1% na liquidez.
Já os contratos de energia incentivada (proveniente de pequenas centrais hidrelétricas, usinas a biomassa e parques eólicos) tiveram uma pequena retração, de 0,4%, na rotatividade entre setembro e outubro, fechando com índice 2,82.  Em relação a outubro de 2012, foi registrada queda de 4,1%.
Metodologia
A CCEE efetuou uma mudança metodológica na apuração do índice de rotatividade. Desde a edição de setembro de 2013, o InfoLiquidez divulga os valores agrupados apenas por tipo de energia (Incentivada ou Convencional), eliminando a abertura por duração (curto e longo prazo). O histórico dos índices foi remontado com base nessa premissa.
Tal alteração se deu em virtude da maneira com que os contratos têm sido registrados pelos agentes desde a publicação da Portaria MME nº 455/2012, que exige o registro ex-ante (antes do consumo) junto à CCEE. Como até fevereiro de 2014 serão permitidas alterações ex-post (após o consumo) nos montantes contratados, os participantes do mercado fecharam contratos longos com diversas contrapartes com o montante igual a zero, sendo que os valores serão ajustados a cada mês de acordo com o consumo efetivamente verificado.

O InfoLiquidez, relatório da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) que analisa a liquidez do mercado livre de energia, apontou leve incremento, de 1,2%, em outubro. O índice de rotatividade dos contratos no ambiente livre foi de 2,56, contra 2,53 no mesmo mês de 2012.

Entre setembro e outubro de 2013, o índice de rotatividade dos contratos ficou praticamente estável, tendo passado de 2,55 para 2,56. O indicador é utilizado para medir a liquidez do mercado e representa uma média de quantas vezes um contrato troca de mãos antes de ser liquidado.

Em outubro de 2013, a rotatividade dos contratos de energia convencional apresentou índice de 2,52, também com estabilidade na comparação com setembro. Quando comparada a variação anual, entre outubro de 2012 e 2013, houve crescimento de 2,1% na liquidez.

Já os contratos de energia incentivada (proveniente de pequenas centrais hidrelétricas, usinas a biomassa e parques eólicos) tiveram uma pequena retração, de 0,4%, na rotatividade entre setembro e outubro, fechando com índice 2,82.  Em relação a outubro de 2012, foi registrada queda de 4,1%.


Metodologia

A CCEE efetuou uma mudança metodológica na apuração do índice de rotatividade. Desde a edição de setembro de 2013, o InfoLiquidez divulga os valores agrupados apenas por tipo de energia (Incentivada ou Convencional), eliminando a abertura por duração (curto e longo prazo). O histórico dos índices foi remontado com base nessa premissa.

Tal alteração se deu em virtude da maneira com que os contratos têm sido registrados pelos agentes desde a publicação da Portaria MME nº 455/2012, que exige o registro ex-ante (antes do consumo) junto à CCEE. Como até fevereiro de 2014 serão permitidas alterações ex-post (após o consumo) nos montantes contratados, os participantes do mercado fecharam contratos longos com diversas contrapartes com o montante igual a zero, sendo que os valores serão ajustados a cada mês de acordo com o consumo efetivamente verificado.

 

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