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Negócios

Justiça aprova venda do Grupo Rede para a Energisa

10/09/2013 | 11h01

 

O juiz da 2ª vara de Falência de São Paulo decidiu a favor da venda do Grupo Rede, que controla oito distribuidoras de energia, para a Energisa, de Minas Gerais. O magistrado acatou a manifestação do Ministério Público, que também havia se mostrado favoravelmente à aceitação do plano de recuperação proposto pela Energisa.
O plano da Energisa foi votado pelos credores do Grupo Rede, durante assembleia realizada no início de julho. Mas o resultado da votação foi questionado por uma parte dos credores quirografários, que rejeitaram a proposta. Coube ao juiz decidir pela homologação ou não do plano de recuperação. Se a oferta fosse recusada, a decisão levaria o grupo à falência.  
É esperado, agora, que a Energisa assuma o controle das distribuidoras, que estão sob intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Contudo, a agência também precisa ainda dar o seu parecer sobre a proposta de aquisição apresentada pela Energisa, que precisará comprovar ter capacidade financeira e administrativa para assumir as operações.

O juiz da 2ª vara de Falência de São Paulo decidiu a favor da venda do Grupo Rede, que controla oito distribuidoras de energia, para a Energisa, de Minas Gerais. O magistrado acatou a manifestação do Ministério Público, que também havia se mostrado favoravelmente à aceitação do plano de recuperação proposto pela Energisa.


O plano da Energisa foi votado pelos credores do Grupo Rede, durante assembleia realizada no início de julho. Mas o resultado da votação foi questionado por uma parte dos credores quirografários, que rejeitaram a proposta. Coube ao juiz decidir pela homologação ou não do plano de recuperação. Se a oferta fosse recusada, a decisão levaria o grupo à falência.  


É esperado, agora, que a Energisa assuma o controle das distribuidoras, que estão sob intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Contudo, a agência também precisa ainda dar o seu parecer sobre a proposta de aquisição apresentada pela Energisa, que precisará comprovar ter capacidade financeira e administrativa para assumir as operações.

 



Fonte: Valor Econômico
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