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Energia

Itaipu produz mais de 16 milhões de MWh e tem o melhor bimestre da história

01/03/2012 | 15h01
A usina hidrelétrica de Itaipu bateu o recorde histórico de geração para o bimestre, chegando a 16.376.535 MWh em janeiro e fevereiro de 2012 - o suficiente, por exemplo, para suprir todo o consumo do Paraguai no período de um ano e meio. Em 2011, a produção do primeiro bimestre foi de 15.837.830 MWh.

A marca é resultado do acúmulo de dois recordes sucessivos: neste ano, a binacional teve o melhor janeiro de todos os tempos, com a produção de 8.465.855 MWh; no mês seguinte, repetiu a performance. A produção de fevereiro foi de 7.910.680 MWh, 6,2% a mais que no mesmo período do ano passado.

De acordo com a diretoria técnica, o fato que mais contribuiu para o novo recorde foi a demanda solicitada pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Cada vez mais, Brasil e Paraguai precisam de energia para suportar os atuais níveis de crescimento. Em 2012 não está sendo diferente.

As condições hidrológicas da bacia do Rio Paraná, que forma o reservatório de Itaipu, também ajudaram; assim como o trabalho das áreas técnicas. “O trabalho integrado das equipes de Operação e Manutenção da Itaipu, os esforços de diários de coordenação entre Itaipu, Eletrobras, Ande, Furnas e ONS, assim como o crescimento dos nossos países, têm permitido a obtenção desses resultados”, avalia o superintendente de Operação de Itaipu, engenheiro Celso Torino.


Recorde mundial

Os números do bimestre reforçam a expectativa da equipe técnica e da direção de Itaipu de fechar o ano com um novo recorde mundial de geração. O recorde atual é de 2008, quando a usina produziu 94,6 milhões de MWh.

Além de tentar superar o desempenho de 2008, Itaipu trabalha com a perspectiva de romper, nos próximos anos, a barreira dos 100 milhões de MWh. “Para atingir essa meta, estamos cada vez mais fazendo investimentos de reforço nas linhas de transmissão”, explicou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek.

Entre esses investimentos, estão a construção de uma linha de transmissão de 500 kV ligando Itaipu a Assunção; o reforço de linha que Furnas fez nas subestações de Manoel Ribas (mais conhecida como Ivaiporã) e Itaberá; e a entrada em operação de uma linha da Copel, também de 500 kV, entre Foz do Iguaçu e Cascavel.

De acordo com o diretor, as atuais condições hidrológicas e de demanda também são favoráveis para impulsionar a produção de Itaipu. Ele lembrou que a economia dos dois parceiros no empreendimento - Brasil e Paraguai - permanece aquecida, assim como a da América Latina em geral. Uma situação que, segundo ele, eleva a demanda por energia. “Além disso, temos em Itaipu a nossa marca registrada, que é a excelência da operação e da manutenção da usina. Estamos prontos para atender a essa demanda crescente”, afirmou.


Fonte: Redação
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