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Indústria

IBP completa 56 anos e comemora nova fase

21/11/2013 | 18h36
IBP completa 56 anos e comemora nova fase
Presidente do IBP, João Carlos De Luca. TN Petróleo Presidente do IBP, João Carlos De Luca. TN Petróleo

 

O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) comemorou nesta quinta-feira (21), 56 anos de atividade. Com o novo slogan 'A casa da nossa indústria', a entidade também oficializou a data 21 de novembro como o dia da indústria do petróleo. "Depois vamos cuidar da formalização legal disso, mas esperamos que a data oficial do dia 21 de novembro nos ajude na divulgação e fixação da nossa indústria no calendário nacional com toda população", comentou João Carlos de Luca, presidente do IBP, em coletiva à jornalistas na sede do instituto no Rio.
Hoje, a entidade está passando por uma nova fase composta não só de novas instalações e gestão, mas atualmente está em fase final de elaboração do seu primeiro planejamento estratégico - com assessoria da consultoria Mackenzie -, que tratá grandes mudanças como maior profissionalização dos cursos, melhoria na comunicação, ênfase em estudos e estatísticas, atuação corporativa mais forte, profissionalização maior com a criação de novos conselhos, dentre outros.
De acordo com De Luca, o instituto realiza cerca de 2.400 reuniões por ano, mas ainda precisa melhorar a área de processos, com o estabelecimento de procedimentos padronizados, de modo a manter a continuidade do sucesso dos eventos promovidos no país.
"Queremos tornar o IBP ainda mais profissional. Nosso novo desafio agora é trazer processos ao instituto. Queremos trabalhar melhor a gestão do conhecimento porque pelo IBP passam grandes pessoas do mercado e temos que aproveitar melhor isso. Vamos organizar e disponibilizar ainda mais informações ao setor e aumentar a visibilidade de nossa indústria", complementou Milton Costa Filho, secretário executivo geral do IBP.
Dentre as conquistas já obtidas pela instituição, o presidente do IBP comentou sobre a parceria fechada com a Offshore Technology Conference (OTC) e a realização da primeira OTC Brasil este ano. Ele lembrou ainda do importante acordo fechado este ano com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que prevê a capacitação e o aprimoramento do processo de avaliação de impactos ambientais e o aperfeiçoamento da gestão ambiental, relacionados às atividades de exploração e produção de petróleo e gás.
A palavra da vez é 'regularização'
 
O presidente do IBP, assim como o secretário executivo de E&P da instituição, Antônio Guimarães, ressaltaram a importância da continuidade da regularidade das rodadas de licitação de petróleo e gás no país.
"Não tem como desenvolver a indústria se não tivermos blocos, então uma das prioridades do nosso trabalho é ter a certeza que teremos regularidade. Temos que ter previsibilidade das rodadas de licitação para que a indústria local se planeje e possa atender melhor. Caso isso não ocorra não conseguiremos ter uma sustentabilidade do setor e não conseguiremos desenvolver toda a cadeia de fornecedores que é tão importante", indicou Guimarães.
Ele lembrou que existe uma portaria publicada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), sobre um plano quinquenal de rodadas, para definir quais blocos podem ser ofertados e de que maneira isso será feito a cada cinco anos. No entanto, ela ainda não foi posta em prática. “Estamos aguardando e apoiamos que isso seja implementado. Quanto maior a regularidade, maior a confiabilidade”, afirmou.
O secretário executivo de E&P do IBP, informou ainda que atualmente o IBP está terminando um estudo com a Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi) sobre conteúdo local, uma análise de desenvolvimento da indústria local a partir dos investimentos de E&P, tentando trazendo uma visão diferenciada em como podemos contribuir para o desenvolvimento da indústria e do conteúdo local, em um novo formato.
Fundado em 1957 pelo ex-ministro do planejamento, Hélio Beltrão e o engenheiro Leopoldo Miguez, o IBP foi criado como consequência da criação da Petrobras em 1953 e objetiva ser um importante espaço - isento e apartidário - de encontro e intercâmbio da indústria e o principal fórum de discussão dos temas de maior relevância da indústria.
Com mais de 200 empresas associadas, 1.700 voluntários e cerca de 60 comissões, a entidade tem como foco a promoção do desenvolvimento do setor nacional de petróleo, gás e biocombustíveis, visando uma indústria competitiva, sustentável, ética e socialmente responsável.

O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) comemorou nesta quinta-feira (21), 56 anos de atividade. Com o novo slogan 'A casa da nossa indústria', a entidade também oficializou a data 21 de novembro como o dia da indústria do petróleo. "Depois vamos cuidar da formalização legal disso, mas esperamos que a data oficial do dia 21 de novembro nos ajude na divulgação e fixação da nossa indústria no calendário nacional com toda população", comentou João Carlos de Luca, presidente do IBP, em coletiva à jornalistas na sede do instituto no Rio.

Hoje, a entidade está passando por uma nova fase composta não só de novas instalações e gestão, mas atualmente está em fase final de elaboração do seu primeiro planejamento estratégico - com assessoria da consultoria Mackenzie -, que tratá grandes mudanças como maior profissionalização dos cursos, melhoria na comunicação, ênfase em estudos e estatísticas, atuação corporativa mais forte, profissionalização maior com a criação de novos conselhos, dentre outros.

De acordo com De Luca, o instituto realiza cerca de 2.400 reuniões por ano, mas ainda precisa melhorar a área de processos, com o estabelecimento de procedimentos padronizados, de modo a manter a continuidade do sucesso dos eventos promovidos no país.

"Queremos tornar o IBP ainda mais profissional. Nosso novo desafio agora é trazer processos ao instituto. Queremos trabalhar melhor a gestão do conhecimento porque pelo IBP passam grandes pessoas do mercado e temos que aproveitar melhor isso. Vamos organizar e disponibilizar ainda mais informações ao setor e aumentar a visibilidade de nossa indústria", complementou Milton Costa Filho, secretário executivo geral do IBP.

Dentre as conquistas já obtidas pela instituição, o presidente do IBP comentou sobre a parceria fechada com a Offshore Technology Conference (OTC) e a realização da primeira OTC Brasil este ano. Ele lembrou ainda do importante acordo fechado este ano com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que prevê a capacitação e o aprimoramento do processo de avaliação de impactos ambientais e o aperfeiçoamento da gestão ambiental, relacionados às atividades de exploração e produção de petróleo e gás.


A palavra da vez é 'regularização'

O presidente do IBP, assim como o secretário executivo de E&P da instituição, Antônio Guimarães, ressaltaram a importância da continuidade da regularidade das rodadas de licitação de petróleo e gás no país.

"Não tem como desenvolver a indústria se não tivermos blocos, então uma das prioridades do nosso trabalho é ter a certeza que teremos regularidade. Temos que ter previsibilidade das rodadas de licitação para que a indústria local se planeje e possa atender melhor. Caso isso não ocorra não conseguiremos ter uma sustentabilidade do setor e não conseguiremos desenvolver toda a cadeia de fornecedores que é tão importante", indicou Guimarães.

Ele lembrou que existe uma portaria publicada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), sobre um plano quinquenal de rodadas, para definir quais blocos podem ser ofertados e de que maneira isso será feito a cada cinco anos. No entanto, ela ainda não foi posta em prática. “Estamos aguardando e apoiamos que isso seja implementado. Quanto maior a regularidade, maior a confiabilidade”, afirmou.

O secretário executivo de E&P do IBP, informou ainda que atualmente o IBP está terminando um estudo com a Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi) sobre conteúdo local, uma análise de desenvolvimento da indústria local a partir dos investimentos de E&P, tentando trazendo uma visão diferenciada em como podemos contribuir para o desenvolvimento da indústria e do conteúdo local, em um novo formato.

Fundado em 1957 pelo ex-ministro do planejamento, Hélio Beltrão e o engenheiro Leopoldo Miguez, o IBP foi criado como consequência da criação da Petrobras em 1953 e objetiva ser um importante espaço - isento e apartidário - de encontro e intercâmbio da indústria e o principal fórum de discussão dos temas de maior relevância da indústria.

Com mais de 200 empresas associadas, 1.700 voluntários e cerca de 60 comissões, a entidade tem como foco a promoção do desenvolvimento do setor nacional de petróleo, gás e biocombustíveis, visando uma indústria competitiva, sustentável, ética e socialmente responsável.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
Autor: Maria Fernanda Romero
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