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Bacia de Campos

Grupo Prysmian desenvolve cabos para implantação da fase II de exploração no campo de Peregrino da Equinor

09/01/2019 | 10h53
Grupo Prysmian desenvolve cabos para implantação da fase II de exploração no campo de Peregrino da Equinor
Divulgação Equinor Divulgação Equinor

O Grupo Prysmian está presente em mais um ambicioso projeto no campo de Peregrino, localizado na Bacia de Campos e operado majoritariamente pela norueguesa Equinor em parceria com a chinesa Sinochem.

Divulgação

Com investimentos na ordem de US$ 3.5 bilhões, a segunda fase do projeto de exploração consiste na instalação e operação de uma terceira plataforma fixa (WHP-C) no campo, juntando-se às duas WHP e um navio-plataforma (FPSO) já operantes. A nova estrutura está em construção e a expectativa é que ela comece a produzir no fim de 2020.

Para que todas as plataformas possam funcionar e se comunicar, além de monitorar a temperatura e pressão dos poços, elas precisam de uma complexa tecnologia de cabeamento submarino, especialidade dominada pela Prysmian por conta de sua expertise em projetos desenvolvidos no Brasil e no mundo.

Por meio do contato de EPCI assinado entre Equinor e TechnipFMC, a Prysmian foi escolhida para atender a expansão do projeto com suas unidades de Santo André e Sorocaba (ambas SP) e Vila Velha (ES), cuja produção dedica-se exclusivamente aos cabos umbilicais hidráulicos e energia para aplicação em exploração de petróleo para águas profundas.

"Pela experiência e sucesso obtidos na primeira fase, onde pudemos ajudar a viabilizar a exploração do poço horizontal mais longo perfurado no país, recebemos com orgulho a oportunidade de estarmos envolvidos na segunda fase, mobilizando nossa planta em Vila Velha para o desenvolvimento de soluções para o projeto", afirma Cristiana Scelza, Diretora da Divisão SURF do Grupo Prysmian no Brasil.

Desde o início da operação, em abril de 2011, já foram produzidos mais de 170 milhões de barris. Peregrino é um dos dez maiores campos em produção no Brasil, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, produz cerca de 70 mil a 80 mil barris de petróleo por dia.

A segunda fase da operação prevê no curto prazo a geração de pelo menos 240 postos de trabalho diretos ou o triplo, se consideradas as vagas indiretas. A expansão também ampliará a vida produtiva do campo até 2040 e agregará 273 milhões em reservas recuperáveis. Ao fim da implementação da WHP-C, a expectativa é ter uma produção adicional de 60 mil boe/dia.



Fonte: Redação/Assessoria
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