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Empreendimento

Grupo planeja construir termelétrica de R$ 2,8 bilhões no porto de Suape

20/08/2014 | 09h41

 

Estudo da EPE prevê que, com crescimento da população e da economia, o país consumirá 605 toneladas equivalentes de petróleo. Nas projeções, o gás natural ganha espaço na matriz energética, tomando o lugar de hidrelétricas e derivados de petróleo. As novidades são a inserção da geração solar, que alcançará 15% das residências, e do carro elétrico com uma fatia de 60% da frota.
EPE: demanda por energia dobra até 2050
Estudo da entidade prevê crescimento do gás natural na matriz energética, além de inserção da geração solar e do carro elétrico.
A demanda brasileira por energia deve dobrar até o ano de 2050, passando de 267 para 605 toneladas de petróleo equivalente (TEP) por ano, com A companhia gaúcha Bolognesi, que atua nas áreas de energia e infraestrutura, terá uma nova termelétrica no complexo portuário de Suape, em Pernambuco.
Com um investimento de R$ 2,8 bilhões, a usina será movida a gás natural e terá potência de aproximadamente 1.200 megawatts (MW).
A companhia comprou, por meio de licitação, uma área no espaço industrial do porto, onde pretende erguer o empreendimento.
O início das obras está atrelado ao leilão de energia que o governo federal deverá realizar em setembro.
“Um projeto desse porte precisa ter os contratos de venda firmados para poder estruturar o seu capital”, diz Paulo César Rutzen, vice-presidente executivo do grupo.
Em média, 30% do aporte deverão sair do empreendedor e 70% de financiamentos de bancos de fomento, de acordo com Rutzen.
Os projetos contratados no leilão terão de entregar a eletricidade a partir de 2019.
O gás natural que será utilizado pela termelétrica deverá ser importado em navios na forma de GNL (liqüefeito). Após a chegada em Suape, o produto desembarcará em um píer de regaseificação.
“Temos uma parceria fechada para o fornecimento do GNL. Com o combustível importado, não dependeremos do gás interno, o que dará um coeficiente de segurança alto para a operação.”
O Bolognesi tem 15 usinas, entre termelétricas, eólicas, hidrelétricas e de biomassa. A empresa comprou em maio, por R$ 700 milhões, duas térmicas do grupo Bertin.

A companhia gaúcha Bolognesi, que atua nas áreas de energia e infraestrutura, terá uma nova termelétrica no complexo portuário de Suape, em Pernambuco.

Com um investimento de R$ 2,8 bilhões, a usina será movida a gás natural e terá potência de aproximadamente 1.200 megawatts (MW).

A companhia comprou, por meio de licitação, uma área no espaço industrial do porto, onde pretende erguer o empreendimento.

O início das obras está atrelado ao leilão de energia que o governo federal deverá realizar em setembro.

“Um projeto desse porte precisa ter os contratos de venda firmados para poder estruturar o seu capital”, diz Paulo César Rutzen, vice-presidente executivo do grupo.

Em média, 30% do aporte deverão sair do empreendedor e 70% de financiamentos de bancos de fomento, de acordo com Rutzen.

Os projetos contratados no leilão terão de entregar a eletricidade a partir de 2019.

O gás natural que será utilizado pela termelétrica deverá ser importado em navios na forma de GNL (liqüefeito). Após a chegada em Suape, o produto desembarcará em um píer de regaseificação.

“Temos uma parceria fechada para o fornecimento do GNL. Com o combustível importado, não dependeremos do gás interno, o que dará um coeficiente de segurança alto para a operação.”

O Bolognesi tem 15 usinas, entre termelétricas, eólicas, hidrelétricas e de biomassa. A empresa comprou em maio, por R$ 700 milhões, duas térmicas do grupo Bertin.

 



Fonte: Folha de São Paulo
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