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Indústria Naval

Grupo Fischer desiste de vender complexo marítimo

27/08/2013 | 10h12

 

Fontes empresarias revelam que o grupo Fischer decidiu retirar de venda o complexo CBO – formado por empresa de apoio marítimo, com 22 embarcações, estaleiro e fábrica de estruturas metálicas, localizados em Niterói (RJ) e proximidades. O robusto grupo Fischer é presidido por Maria do Rosário (Rô) Fischer, viúva de Carlos Fisher e nora do fundador do grupo, o alemão Carl Fischer. A CBO é empresa de barcos de apoio e conta com seu próprio estaleiro, o Aliança, e este dispõe de unidade fabril, para suprir o estaleiro. Fora da área marítima, o grupo é dono da Citrosuco Paulista, uma das maiores exportadoras mundiais de suco de laranja.
Há quatro meses, o comando do grupo Fischer se aborreceu com demora, de um ano e meio, da Petrobras para contratar novos barcos de apoio. A estatal tem enorme demanda por tais barcos, para dar suporte às plataformas, mas, por suas carências financeiras, atrasou a contratação de barcos nacionais e passou a usar mais unidades estrangeiras. Insatisfeita com a situação, a direção do grupo Fischer colocou o complexo marítimo-naval à venda, tendo-se informado que ao preço de R$ 1 bilhão.
No entanto, após pressão política de um grupo ligado ao ex-presidente Lula, a presidente Dilma determinou a retomada na contratação de barcos pela Petrobras e, ao que parece, o grupo Fischer voltou a ver possibilidade de lucrar no setor. Com isso, volta-se à situação anterior. O grupo continua com a família Fischer e não está mais à venda. A Petrobras revela que pretende contratar 146 barcos de apoio, mas o ex-presidente Lula e o ministro Guido Mantega já deram declarações que o total de barcos a ser contratado poderia chegar a 300 e até a 500 unidades.

Fontes empresarias revelam que o grupo Fischer decidiu retirar de venda o complexo CBO – formado por empresa de apoio marítimo, com 22 embarcações, estaleiro e fábrica de estruturas metálicas, localizados em Niterói (RJ) e proximidades. O robusto grupo Fischer é presidido por Maria do Rosário (Rô) Fischer, viúva de Carlos Fisher e nora do fundador do grupo, o alemão Carl Fischer. A CBO é empresa de barcos de apoio e conta com seu próprio estaleiro, o Aliança, e este dispõe de unidade fabril, para suprir o estaleiro. Fora da área marítima, o grupo é dono da Citrosuco Paulista, uma das maiores exportadoras mundiais de suco de laranja.


Há quatro meses, o comando do grupo Fischer se aborreceu com demora, de um ano e meio, da Petrobras para contratar novos barcos de apoio. A estatal tem enorme demanda por tais barcos, para dar suporte às plataformas, mas, por suas carências financeiras, atrasou a contratação de barcos nacionais e passou a usar mais unidades estrangeiras. Insatisfeita com a situação, a direção do grupo Fischer colocou o complexo marítimo-naval à venda, tendo-se informado que ao preço de R$ 1 bilhão.


No entanto, após pressão política de um grupo ligado ao ex-presidente Lula, a presidente Dilma determinou a retomada na contratação de barcos pela Petrobras e, ao que parece, o grupo Fischer voltou a ver possibilidade de lucrar no setor. Com isso, volta-se à situação anterior. O grupo continua com a família Fischer e não está mais à venda. A Petrobras revela que pretende contratar 146 barcos de apoio, mas o ex-presidente Lula e o ministro Guido Mantega já deram declarações que o total de barcos a ser contratado poderia chegar a 300 e até a 500 unidades.

 



Fonte: Monitor Mercantil
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