Porto do Açu

Grupo americano garante compromissos assumidos

Comissão Especial realizou uma audiência pública.

Agência Brasil
18/02/2014 09:53
Grupo americano garante compromissos assumidos Imagem: Obras no Porto do Açu. LLX Visualizações: 1276

 

Controladora da empresa que assumiu e passou a desenvolver o Porto do Açu, a empresa Prumo Logística Global, do grupo americano EIG, vai manter todos os compromissos assumidos quando o empreendimento ainda se chamava LLX e pertencia ao empresário Eike Batista – inclusive os acordos estabelecidos com trabalhadores da região, como pescadores e agricultores.
A informação foi dada pelo diretor de implantação da empresa, Luis Baroni, durante audiência pública realizada ontem (17), pela Comissão Especial do Porto do Açu, da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em São João da Barra, no norte do estado.
A audiência pública foi convocada pela Comissão Especial da Alerj para discutir a continuidade das obras de implantação do porto e obter garantias de que os compromissos assumidos - como a construção do complexo pesqueiro - não venham a ser interrompidos, com as alterações na composição acionária do empreendimento.
Para o presidente da comissão, deputado Roberto Henriques (PSD), a empresa que está assumindo o empreendimento já deu a certeza de que o projeto vai ter continuidade, mas que é preciso amarrar em detalhes todas as questões envolvendo a obra para que nenhum dos segmentos por ela beneficiados seja prejudicado.
“A comissão apresentou os questionamentos da população aos representantes da empresa e do estado. A maior parte da demanda foi esclarecida na reunião. A partir dessas audiências, chegamos à conclusão de que o empreendimento vai prosperar”, disse Henriques.
Durante a audiência, a presidente da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), Maria da Conceição Ribeiro, informou que já foram atendidos os pedidos dos agricultores, como o fim das desapropriações e a concessão aos agricultores de um auxílio produção, até que eles recebam as indenizações pelos terrenos.
Ela acrescentou que "já foram atendidas com o programa 330 famílias, totalizando um auxílio de R$ 7 milhões, mas mesmo assim queremos ouvir os agricultores que não estão sendo beneficiados, ou que se sintam prejudicados de alguma forma", para que se encontre uma solução para o problema.
Para o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, o projeto de construção do Porto do Açu é uma realidade: “A obra andou, é uma realidade e não tem volta. Já temos pontos irreversíveis acontecendo na cidade. O primeiro que podemos destacar é o mineroduto, onde foram investidos US$ 10 bilhões. Só isso já justificaria a importância do Porto do Açu para a região. Ainda serão investidos R$ 1,2 bilhão no projeto até o final do ano, além dos 6 mil empregos gerados até hoje pelo empreendimento”.
O secretário destacou a importância do empreendimento para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás da região do pré-sal na Bacia de Santos. “O Porto do Açu vai se tornar uma âncora importantíssima do pré-sal", pois, de acordo com sua avaliação, a produção brasileira de petróleo vai dobrar até 2016, e triplicar até 2020, com o pré-sal.

Controladora da empresa que assumiu e passou a desenvolver o Porto do Açu, a empresa Prumo Logística Global, do grupo americano EIG, vai manter todos os compromissos assumidos quando o empreendimento ainda se chamava LLX e pertencia ao empresário Eike Batista – inclusive os acordos estabelecidos com trabalhadores da região, como pescadores e agricultores.

A informação foi dada pelo diretor de implantação da empresa, Luis Baroni, durante audiência pública realizada ontem (17), pela Comissão Especial do Porto do Açu, da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em São João da Barra, no norte do estado.

A audiência pública foi convocada pela Comissão Especial da Alerj para discutir a continuidade das obras de implantação do porto e obter garantias de que os compromissos assumidos - como a construção do complexo pesqueiro - não venham a ser interrompidos, com as alterações na composição acionária do empreendimento.

Para o presidente da comissão, deputado Roberto Henriques (PSD), a empresa que está assumindo o empreendimento já deu a certeza de que o projeto vai ter continuidade, mas que é preciso amarrar em detalhes todas as questões envolvendo a obra para que nenhum dos segmentos por ela beneficiados seja prejudicado.

“A comissão apresentou os questionamentos da população aos representantes da empresa e do estado. A maior parte da demanda foi esclarecida na reunião. A partir dessas audiências, chegamos à conclusão de que o empreendimento vai prosperar”, disse Henriques.

Durante a audiência, a presidente da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), Maria da Conceição Ribeiro, informou que já foram atendidos os pedidos dos agricultores, como o fim das desapropriações e a concessão aos agricultores de um auxílio produção, até que eles recebam as indenizações pelos terrenos.

Ela acrescentou que "já foram atendidas com o programa 330 famílias, totalizando um auxílio de R$ 7 milhões, mas mesmo assim queremos ouvir os agricultores que não estão sendo beneficiados, ou que se sintam prejudicados de alguma forma", para que se encontre uma solução para o problema.

Para o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, o projeto de construção do Porto do Açu é uma realidade: “A obra andou, é uma realidade e não tem volta. Já temos pontos irreversíveis acontecendo na cidade. O primeiro que podemos destacar é o mineroduto, onde foram investidos US$ 10 bilhões. Só isso já justificaria a importância do Porto do Açu para a região. Ainda serão investidos R$ 1,2 bilhão no projeto até o final do ano, além dos 6 mil empregos gerados até hoje pelo empreendimento”.

O secretário destacou a importância do empreendimento para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás da região do pré-sal na Bacia de Santos. “O Porto do Açu vai se tornar uma âncora importantíssima do pré-sal", pois, de acordo com sua avaliação, a produção brasileira de petróleo vai dobrar até 2016, e triplicar até 2020, com o pré-sal.

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