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Empresas

GDF Suez investe em eficiência de energia no Brasil

10/09/2013 | 10h58

 

GDF Suez pretende alcançar um faturamento de cerca de R$ 150 milhões com o negócio de gestão de energia no Brasil até 2016. A companhia anunciou ontem a aquisição, por meio de sua subsidiária Cofely, de 51% da brasileira Emac, empresa de serviços de energia especializada em sistemas de refrigeração que pertence ao grupo mineiro Tuma.
O valor da operação não foi revelado. Segundo Sebastien Ugona gerente de Desenvolvimento para a América Latina da GDF Suez Energy Services, braço de eficiência energética do grupo que controla a Cofely, o preço foi um "valor estratégico" para desenvolver o negócio no Brasil. A conclusão da transação está prevista para o fim do ano.
O negócio de serviços de energia - que inclui medidas de eficiência energética e gestão do uso da energia - gera uma receita anual de 14 bilhões de euros à Cofely, sendo mais de 90% desse montante obtidos na Europa. A cifra representa 18% do faturamento global do grupo franco-belga. Segundo Ugona, a meta é que esse negócio alcance o mesmo percentual do faturamento do grupo no Brasil.
A operação marca a entrada do grupo nesse setor no Brasil e pode destravar um mercado potencialmente valioso. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), o faturamento dessa atividade em 2012 foi de menos de R$ 1 bilhão. E o potencial de economia de energia do país, que pode ser traduzido em negócios, é de cerca de R$ 13 bilhões.
Segundo Ugona, o mercado brasileiro de eficiência energética ainda é, de certa maneira, pouco explorado porque as distribuidoras de energia investem nessa área apenas os 0,5% da receita operacional líquida exigidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Já as consultorias especializadas nessa atividade no país, apesar de terem bons projetos, não possuem fôlego financeiro para tirá-los do papel.
"Acreditamos que agregar os serviços de gestão da energia, a expertise que temos na França, com as boas práticas que já existem na empresa [Emac] pode fazer um mix ótimo para desenvolver esse negócio no Brasil", afirmou Ugona. "Queremos trazer um modelo de negócios onde a lucratividade dos projetos que vamos implementar existe da verdade", completou ele.
A Cofely atua basicamente com contratos de desempenho, no qual o pagamento pelo serviço é feito com a quantia relativa à economia de energia que ele proporciona. A empresa desenvolve, com recursos do próprio bolso e de financiamento, serviços de eficiência energética, a partir de um contrato que garante um valor relativo à economia de energia que o cliente terá. Se o valor final for menor que o previsto, a Cofely paga uma multa. Por outro lado, se o valor for maior, a empresa ganha um bônus.
A aquisição do controle da Emac faz parte da estratégia do grupo de expandir sua atuação em eficiência energética na América Latina. No fim de 2011, a GDF Suez adquiriu a Térmika, empresa de serviços de energia no Chile. Segundo Ugona, a companhia também avalia outras aquisições no Chile e também no México.
O executivo explicou que, em um primeiro momento, não está prevista uma operação de aquisição semelhante no Brasil. Mas a companhia vai continuar olhando oportunidades no Brasil. Uma das áreas de interesse da empresa é a de cogeração.
Segundo a GDF Suez, a aquisição da Emac também tem sinergia com as operações de sua subsidiária Tractebel Energia, maior geradora de energia privada do Brasil. De acordo com o grupo, os serviços da Emac poderão ser oferecidos para os clientes livres industriais que consomem energia fornecida pela Tractebel.
A companhia também entende que a credibilidade do grupo GDF Suez pode servir de auxílio para a Cofely obter financiamento do BNDES para futuras operações.

GDF Suez pretende alcançar um faturamento de cerca de R$ 150 milhões com o negócio de gestão de energia no Brasil até 2016. A companhia anunciou ontem a aquisição, por meio de sua subsidiária Cofely, de 51% da brasileira Emac, empresa de serviços de energia especializada em sistemas de refrigeração que pertence ao grupo mineiro Tuma. O valor da operação não foi revelado. Segundo Sebastien Ugona gerente de Desenvolvimento para a América Latina da GDF Suez Energy Services, braço de eficiência energética do grupo que controla a Cofely, o preço foi um "valor estratégico" para desenvolver o negócio no Brasil. A conclusão da transação está prevista para o fim do ano.


O negócio de serviços de energia - que inclui medidas de eficiência energética e gestão do uso da energia - gera uma receita anual de 14 bilhões de euros à Cofely, sendo mais de 90% desse montante obtidos na Europa. A cifra representa 18% do faturamento global do grupo franco-belga. Segundo Ugona, a meta é que esse negócio alcance o mesmo percentual do faturamento do grupo no Brasil.


A operação marca a entrada do grupo nesse setor no Brasil e pode destravar um mercado potencialmente valioso. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), o faturamento dessa atividade em 2012 foi de menos de R$ 1 bilhão. E o potencial de economia de energia do país, que pode ser traduzido em negócios, é de cerca de R$ 13 bilhões.


Segundo Ugona, o mercado brasileiro de eficiência energética ainda é, de certa maneira, pouco explorado porque as distribuidoras de energia investem nessa área apenas os 0,5% da receita operacional líquida exigidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Já as consultorias especializadas nessa atividade no país, apesar de terem bons projetos, não possuem fôlego financeiro para tirá-los do papel.


"Acreditamos que agregar os serviços de gestão da energia, a expertise que temos na França, com as boas práticas que já existem na empresa [Emac] pode fazer um mix ótimo para desenvolver esse negócio no Brasil", afirmou Ugona. "Queremos trazer um modelo de negócios onde a lucratividade dos projetos que vamos implementar existe da verdade", completou ele.


A Cofely atua basicamente com contratos de desempenho, no qual o pagamento pelo serviço é feito com a quantia relativa à economia de energia que ele proporciona. A empresa desenvolve, com recursos do próprio bolso e de financiamento, serviços de eficiência energética, a partir de um contrato que garante um valor relativo à economia de energia que o cliente terá. Se o valor final for menor que o previsto, a Cofely paga uma multa. Por outro lado, se o valor for maior, a empresa ganha um bônus.


A aquisição do controle da Emac faz parte da estratégia do grupo de expandir sua atuação em eficiência energética na América Latina. No fim de 2011, a GDF Suez adquiriu a Térmika, empresa de serviços de energia no Chile. Segundo Ugona, a companhia também avalia outras aquisições no Chile e também no México. O executivo explicou que, em um primeiro momento, não está prevista uma operação de aquisição semelhante no Brasil. Mas a companhia vai continuar olhando oportunidades no Brasil. Uma das áreas de interesse da empresa é a de cogeração.


Segundo a GDF Suez, a aquisição da Emac também tem sinergia com as operações de sua subsidiária Tractebel Energia, maior geradora de energia privada do Brasil. De acordo com o grupo, os serviços da Emac poderão ser oferecidos para os clientes livres industriais que consomem energia fornecida pela Tractebel. A companhia também entende que a credibilidade do grupo GDF Suez pode servir de auxílio para a Cofely obter financiamento do BNDES para futuras operações.



Fonte: Valor Econômico
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