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Evento

Fórum Nacional Eólico discute crescimento no setor

05/11/2013 | 14h19
Fórum Nacional Eólico discute crescimento no setor
Divulgação. Suzlon Divulgação. Suzlon

 

Nos dias 13 e 14 de novembro, Salvador será sede do Fórum Nacional Eólico (FNE), evento que chega a sua 5ª edição consolidando-se como um dos mais respeitáveis congressos do setor. Atualmente considerado como um dos mais promissores, o segmento eólico deve mais que quadruplicar a sua participação na matriz energética brasileira até 2021, saltando dos atuais 2% para 9%, gerando no período um volume de negócios superior a US$ 50 bilhões.
Hoje, a fonte eólica contribui com cerca de 2,8 gigawatts (GW), e a estimativa é que o percentual suba para 16 GW nos próximos oito anos, tendo a região Nordeste como destaque, e o estado da Bahia como um dos protagonistas.
Com abertura do governador Jacques Wagner, e presença de autoridades dos ministérios do Desenvolvimento, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia; representantes da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Operador Nacional do Sistema (ONS), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); entre outros, o evento receberá ainda centenas de investidores nacionais e internacionais.
O FNE acontece num momento de forte aquecimento do setor eólico, principal destaque do próximo leilão de energia do governo - agendado para 18 de novembro. Entre discussões e debates sobre os desafios e oportunidades do segmento, a programação trará painéis específicos sobre ambiente regulatório, investimentos, pesquisa e tecnologia, potencial de negócios, perspectivas do mercado, licenciamento ambiental, construções de linhas de transmissão, entre outros temas, e reservará momento especial para o lançamento do Atlas Eólico da Bahia.
Iniciativa do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), o FNE é uma realização da VIEX Americas, com o apoio oficial do Governo do Estado da Bahia e da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). A edição 2013 marcará também a atualização da Carta dos Ventos, documento que contempla os principais pleitos e demandas do setor, e que será entregue a tomadores de decisão do Poder Público comprometidos com o desenvolvimento do segmento eólico como uma fonte de energia segura, confiável, renovável e viável para o abastecimento do país.
Alguns dados de potencial e força do setor eólico
Em razão das condições de clima e relevo, bem como pelo avanço tecnológico registrado nos últimos anos, o Brasil foi citado pelo Global Wind Energy Council, que congrega organizações e empresas do setor eólico, como um dos países de maior potencial na geração de energia pelo vento.
Estatísticas do setor sustentam que o uso do vento para gerar energia no país cresceu 73% em 2012, beneficiando cinco milhões de brasileiros por mês.
Estudo da ABEEólica aponta que o Brasil conta atualmente com 119 parques eólicos, dos quais 24 instalados na Bahia. Aproximadamente 135 estão em construção, sendo 22 na Bahia.

Nos dias 13 e 14 de novembro, Salvador será sede do Fórum Nacional Eólico (FNE), evento que chega a sua 5ª edição consolidando-se como um dos mais respeitáveis congressos do setor. Atualmente considerado como um dos mais promissores, o segmento eólico deve mais que quadruplicar a sua participação na matriz energética brasileira até 2021, saltando dos atuais 2% para 9%, gerando no período um volume de negócios superior a US$ 50 bilhões.

Hoje, a fonte eólica contribui com cerca de 2,8 gigawatts (GW), e a estimativa é que o percentual suba para 16 GW nos próximos oito anos, tendo a região Nordeste como destaque, e o estado da Bahia como um dos protagonistas.

Com abertura do governador Jacques Wagner, e presença de autoridades dos ministérios do Desenvolvimento, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia; representantes da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Operador Nacional do Sistema (ONS), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); entre outros, o evento receberá ainda centenas de investidores nacionais e internacionais.

O FNE acontece num momento de forte aquecimento do setor eólico, principal destaque do próximo leilão de energia do governo - agendado para 18 de novembro. Entre discussões e debates sobre os desafios e oportunidades do segmento, a programação trará painéis específicos sobre ambiente regulatório, investimentos, pesquisa e tecnologia, potencial de negócios, perspectivas do mercado, licenciamento ambiental, construções de linhas de transmissão, entre outros temas, e reservará momento especial para o lançamento do Atlas Eólico da Bahia.

Iniciativa do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), o FNE é uma realização da VIEX Americas, com o apoio oficial do Governo do Estado da Bahia e da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). A edição 2013 marcará também a atualização da Carta dos Ventos, documento que contempla os principais pleitos e demandas do setor, e que será entregue a tomadores de decisão do Poder Público comprometidos com o desenvolvimento do segmento eólico como uma fonte de energia segura, confiável, renovável e viável para o abastecimento do país.


Alguns dados de potencial e força do setor eólico

Em razão das condições de clima e relevo, bem como pelo avanço tecnológico registrado nos últimos anos, o Brasil foi citado pelo Global Wind Energy Council, que congrega organizações e empresas do setor eólico, como um dos países de maior potencial na geração de energia pelo vento.

Estatísticas do setor sustentam que o uso do vento para gerar energia no país cresceu 73% em 2012, beneficiando cinco milhões de brasileiros por mês.

Estudo da ABEEólica aponta que o Brasil conta atualmente com 119 parques eólicos, dos quais 24 instalados na Bahia. Aproximadamente 135 estão em construção, sendo 22 na Bahia.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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