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Mercado

Firjan: vendas da indústria fluminense registram alta de 3,9% em março

04/05/2012 | 12h00
As vendas reais da indústria fluminense retomaram o crescimento em março, depois de dois meses de resultados negativos, com alta de 3,9% em relação a fevereiro. Em comparação com o mesmo mês do ano passado, também foi registrado crescimento de 1,1%. Os dados são do boletim Indicadores Industriais, que a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou na quinta-feira (3).

Os setores que se destacaram com as maiores altas em março foram Vestuário (+71,38%) e Edição e impressão (+61,40%), devido ao maior volume de encomendas, além de Máquinas e equipamentos (+43,68%), em função da conclusão de equipamentos de grande porte para prospecção de petróleo, e produtos químicos (+43,35%), por conta do retorno de férias coletivas das indústrias de produtos farmacêuticos.

Apesar da alta em março, a comparação do primeiro trimestre de 2012 com os primeiros três meses do ano passado revelou queda de 1,9% nas vendas reais da indústria fluminense. Esse recuo foi atribuído ao desempenho das indústrias de material eletrônico e comunicação (-26,20%), edição e impressão (-18,81%), minerais não metálicos (-17,72%) e papel e celulose (-16,64%).

As horas trabalhadas na produção cresceram em março em comparação com o mesmo mês de 2011: alta de 4,3%, impulsionada pelos setores de Alimentos e bebidas e Outros equipamentos de transporte. Mesmo com leve queda frente a fevereiro (-4%), o indicador de horas trabalhadas registrou aumento de 2% no primeiro trimestre.

Diante do maior nível de produção, houve aumento da utilização da capacidade instalada: o indicador passou de 81% para 82,5% entre fevereiro e março deste ano, e avançou 0,8% em relação a março de 2011.

No mercado de trabalho industrial, o indicador de pessoal ocupado ficou praticamente estável (+0,1%) em março frente ao mês anterior. Em comparação com março de 2011, no entanto, houve alta de 3% e aumento de 2,9% no acumulado do primeiro trimestre do ano.

A massa salarial, por sua vez, acompanhou o movimento do pessoal ocupado: estabilidade em março (+0,2%), e altas de 9,7% na comparação com o mesmo mês de 2011 e de 7,8% no acumulado do ano.

O avanço das horas trabalhadas e do pessoal ocupado no primeiro trimestre sugere continuidade desse movimento para os próximos meses, quando os efeitos das taxas de juros mais baixas e dos incentivos à competitividade industrial devem estimular a indústria fluminense.


Fonte: Redação
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