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Novo governo

Firjan: Conselho de Petróleo & Gás debate pauta prioritária para novo governo

28/11/2018 | 12h52
Firjan: Conselho de Petróleo & Gás debate pauta prioritária para novo governo
Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan

O Conselho Empresarial de Petróleo e Gás (P&G) da Firjan se reuniu no último dia 22/11, para definir a pauta prioritária para o mercado do Rio a ser apresentada ao novo governo estadual. Outro destaque do encontro foi a Agenda da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP).

Na ocasião, foi anunciada a mudança na presidência do Conselho. Em 2019, Philippe Blanchard, atual presidente da Total E&P do Brasil, assumirá o cargo no lugar de Maxime Rabilloud. “Estou num processo de fim do meu tempo no Brasil e gostaria de reforçar o compromisso da Total e, tenho certeza das demais operadoras de óleo e gás, com a Firjan para assegurar o alinhamento e crescimento conjunto”, disse Rabilloud, ao apresentar seu sucessor.

Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira (foto), presidente da Firjan, agradeceu o empresário pelo tempo dedicado no Conselho. “Em nome da Firjan, gostaria de agradecer pelo seu trabalho e dedicação e por ter aceitado ajudar a coordenar o Conselho, trazendo prestígio para a Federação”, destacou.

Prioridades do mercado P&G

Maxime Rabilloud falou sobre as perspectivas de um cenário mais positivo para o próximo ano. “O país está vivendo um momento importante para a retomada da atividade, e 2019 vai ser crítico para a realização das operações que são fruto de todas as aquisições e leilões que ocorreram nos últimos oito meses. Já temos perfurações em curso, virão muitas mais e, provavelmente, mais leilões e barris para serem ofertados. Estamos vendo que a cessão onerosa é uma das grandes discussões do momento e sou moderadamente otimista, pois acredito que o que estar por vir para a indústria de petróleo será muito positivo para todo o ecossistema”, avaliou.

Divulgação

Fernando Montera, especialista de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, apresentou a proposta de pautas prioritárias que está sendo trabalhada junto ao governo de transição no estado do Rio. Um dos pontos cruciais é a necessidade de um ambiente competitivo para atender a expansão da oferta nacional de gás natural prevista para os próximos anos. “Pensando no mercado que teremos mais à frente, identificamos três segmentos de consumo: o termoelétrico, que com o aumento da atividade econômica, naturalmente, aumenta-se a demanda por energia elétrica; o de petroquímica, que historicamente cresce mais que o PIB mundial; e o de fertilizante, que se olharmos as estatísticas de fornecimento, mesmo o Brasil sendo altamente agrícola, 70% desses produtos são importados”, pontuou Montera.

Outra prioridade é a proposta de mudança nas regras do novo Repetro, cuja adesão exige que a empresa desista de qualquer ação ou recurso, judicial ou administrativo, que conteste a incidência de ICMS, bem como revisitar a tabela da Receita Federal do Brasil de depreciação de bens. A construção de uma agenda de política industrial coordenada com foco na indústria naval fluminense também está na pauta.

Rabilloud colocou como relevante trazer o tema da diversidade para a discussão. “É um tema muito importante para a Total. Acho que o trabalho da diversidade de gênero poderia impactar esse Conselho e é muito pertinente para nossa indústria nesse momento. Devemos refletir sobre isso em 2019”, sugeriu.

Participação na ONIP

A Federação, como uma das associadas à ONIP, passará a trazer para o Conselho o trabalho que vem sendo feito dentro da organização. “A ONIP, como proposta, é um fórum de articulação para o aumento da produtividade e da competitividade da indústria nacional de óleo e gás. A ideia é trabalhar não só pela Firjan, mas pelas outras federações da indústria dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, a partir dos seus conselhos e câmaras”, explicou Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan e superintendente geral da Organização.

Karine informou que a ONIP fez uma apresentação ao Conselho de Infraestrutura da CNI, a respeito da Agenda da Organização para o novo governo. Diante de números expressivos que mostram uma perspectiva de um boom do mercado de P&G, a Agenda ONIP foi pensada para estimular a reflexão de que tipo de infraestrutura se precisa para suportar os novos investimentos.

“A Agenda tem um caráter construtivo, porque é um mercado complexo com desdobramento nas cadeias de valor e produtiva. A ideia é ter uma convergência de diretrizes para a construção de um cenário favorável ao investimento e motivar a indústria nacional a participar desse mercado”, ressaltou Karine.

Balanço do ano e próximos eventos

Ao longo de 2018, a própria Firjan vem promovendo iniciativas para movimentar o mercado de P&G. “Participamos da Rio Oil & Gas 2018 com um estande e uma rodada de negócios com 34 empresas compradoras. Fizemos a terceira série de Tendências para o Mercado de Petróleo e Gás, para falar de Inovação, e o evento Como fazer Negócios com o Mercado de Petróleo e Gás com o Consórcio Villegagnon. Por fim, lançamos, na semana passada, o Panorama Naval do Rio de Janeiro 2018”, apresentou Karine Fragoso.

Ainda este ano, a federação realizará, em 29/11, a palestra Desafios e Oportunidades para o Mercado de Petróleo e Gás, com a empresa Petrogal Brasil; lançará em 3/12 o estudo Perspectivas do Gás Natural no Rio de Janeiro 2018-2019; e, em 6/12, promoverá mais uma edição do evento Como fazer Negócios com o Mercado de Petróleo e Gás, em conjunto com as empresas Kerui e Método, responsáveis pelas obras da UPGN do COMPERJ.



Fonte: Redação/Assessoria Firjan
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