Pesquisa

Empresas pretendem investir menos em 2014

Sondagem foi divulgada pelo Ibre.

Agência Brasil
19/03/2014 14:15
Visualizações: 1588

 

Sondagem de investimentos do primeiro trimestre deste ano, divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) captou tendência de queda nos investimentos de empresas ao longo de 2014.
A pesquisa envolveu 722 empresas que respondem por vendas de R$ 535 bilhões. Ela indica que, no primeiro trimestre de 2014, 37% das empresas dizem ter investido mais e 18% ter investido menos nos últimos 12 meses em relação aos investimentos feitos nos 12 meses imediatamente anteriores. No quarto trimestre de 2013, esses percentuais haviam sido de 41% e 20%, respectivamente.
Em relação aos próximos 12 meses, a queda sugerida pelos resultados passados se acentuará, uma vez que 34% das empresas preveem investir mais e 16% programam investir menos que nos 12 meses anteriores. No quarto trimestre de 2013, estes percentuais eram de 43% e 14%, respectivamente.
O levantamento do Ibre indica, por outro lado, que - com base no planejamento ou em decisões de investimento aprovados pelas empresas consultadas - a taxa média de expansão da capacidade instalada projetada para o triênio 2014-2016 ficou em 19,6%, a segunda menor da série histórica iniciada em 2002 (19,5%, neste ano). No ano passado, a taxa de crescimento prevista para o triênio seguinte alcançou 23,4% e, em 2012, 21,7%.
No quesito em que a pesquisa do Ibre procura captar a percepção das empresas sobre fatores que costumam influenciar (positiva ou negativamente) os investimentos produtivos, a maior mudança ocorreu em relação ao fator ambiente macroeconômico interno.
Das 722 empresas consultados, 40% disseram que este fator teria impacto negativo sobre os investimentos produtivos, enquanto 27% disseram que a influência seria positiva. Esta é a primeira vez em que as avaliações negativas superam as positivas na série histórica deste fator, iniciada em 2011.
Quanto ao nível da demanda interna, as projeções para 2014 são também piores que as realizadas no ano passado: 47% das empresas projetam que o nível de demanda interna exercerá influência positiva sobre os investimentos produtivos, redução de 20 pontos percentuais em relação ao resultado previsto para o ano passado, enquanto, 25% projetam aumento de 12 pontos percentuais em relação a 2013.

Sondagem de investimentos do primeiro trimestre deste ano, divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) captou tendência de queda nos investimentos de empresas ao longo de 2014.

A pesquisa envolveu 722 empresas que respondem por vendas de R$ 535 bilhões. Ela indica que, no primeiro trimestre de 2014, 37% das empresas dizem ter investido mais e 18% ter investido menos nos últimos 12 meses em relação aos investimentos feitos nos 12 meses imediatamente anteriores. No quarto trimestre de 2013, esses percentuais haviam sido de 41% e 20%, respectivamente.

Em relação aos próximos 12 meses, a queda sugerida pelos resultados passados se acentuará, uma vez que 34% das empresas preveem investir mais e 16% programam investir menos que nos 12 meses anteriores. No quarto trimestre de 2013, estes percentuais eram de 43% e 14%, respectivamente.

O levantamento do Ibre indica, por outro lado, que - com base no planejamento ou em decisões de investimento aprovados pelas empresas consultadas - a taxa média de expansão da capacidade instalada projetada para o triênio 2014-2016 ficou em 19,6%, a segunda menor da série histórica iniciada em 2002 (19,5%, neste ano). No ano passado, a taxa de crescimento prevista para o triênio seguinte alcançou 23,4% e, em 2012, 21,7%.

No quesito em que a pesquisa do Ibre procura captar a percepção das empresas sobre fatores que costumam influenciar (positiva ou negativamente) os investimentos produtivos, a maior mudança ocorreu em relação ao fator ambiente macroeconômico interno.

Das 722 empresas consultados, 40% disseram que este fator teria impacto negativo sobre os investimentos produtivos, enquanto 27% disseram que a influência seria positiva. Esta é a primeira vez em que as avaliações negativas superam as positivas na série histórica deste fator, iniciada em 2011.

Quanto ao nível da demanda interna, as projeções para 2014 são também piores que as realizadas no ano passado: 47% das empresas projetam que o nível de demanda interna exercerá influência positiva sobre os investimentos produtivos, redução de 20 pontos percentuais em relação ao resultado previsto para o ano passado, enquanto, 25% projetam aumento de 12 pontos percentuais em relação a 2013.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
P&D
Centro de pesquisa na USP inaugura sede e impulsiona tec...
17/04/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 182 mil barris por ...
17/04/26
Reforma Tributária
MODEC patrocina debate sobre reforma tributária no setor...
17/04/26
E&P
Revisão de resolução sobre cessão de contratos de E&P é ...
17/04/26
Estudo
Consumo de gás natural cresce 3,8% em 2025 no Brasil
17/04/26
Apoio Marítimo
Mesmo com tensões globais, setor marítimo avança e refor...
17/04/26
Internacional
Petrobras assina participação em novo bloco exploratório...
17/04/26
PPSA
Petrochina arremata carga da União de Bacalhau em leilão...
17/04/26
Rio de Janeiro
Firjan calcula que, só em 2025, estado do Rio acumulou p...
16/04/26
Refino
Refinaria de Mataripe, da Acelen, reduz consumo total de...
16/04/26
Cana Summit
No Cana Summit 2026, ORPLANA e UNICA formalizam revisão ...
16/04/26
Royalties
Firjan anuncia mobilização para defender interesse do RJ...
16/04/26
Reconhecimento
3º Prêmio Foresea de Fornecedores premia melhores empres...
16/04/26
Cana Summit
Abertura do Cana Summit 2026: autoridades e especialista...
15/04/26
Gás Natural
TBG e SCGás inauguram nova estação em Santa Catarina e a...
15/04/26
Espírito Santo
Indústria de Petróleo e Gás no ES deve investir mais de ...
15/04/26
Investimentos
SEAP: Bacia Sergipe-Alagoas irá receber dois FPSOs
14/04/26
Petrobras
US$450 milhões serão investidos no maior projeto de moni...
14/04/26
Combustíveis
Etanol gera economia superior a R$ 2,5 bilhões em março ...
14/04/26
Espírito Santo
Próximo pico da produção de petróleo no ES será em 2027
14/04/26
ANP
Oferta Permanente de Concessão (OPC): edital com inclusã...
14/04/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23