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Empresas

Eletrobras define planos no exterior

27/07/2010 | 09h52
A Eletrobras pode iniciar, no ano que vem, a construção de usinas hidrelétricas no exterior que somem até 6 mil megawatts (MW) em capacidade instalada. A expectativa do superintendente de operações no exterior da estatal, Sinval Gama, é de que empreendimentos na Nicarágua, Argentina e Peru se mostrem viáveis para iniciar obras em 2011.
 
Na Nicarágua, o interesse da empresa é para a construção de uma usina de cerca de 1 mil MW, enquanto na Argentina a binacional de Garabi teria 3 mil MW de potência instalada, com 50% de propriedade da companhia brasileira e o restante da estatal argentina. No Peru, a usina de Inambari, no rio de mesmo nome e afluente do Madeira, deverá gerar 2 mil MW, a um custo de construção estimado em US$ 2,5 bilhões.

Gama ressaltou que a empresa terá 50% de Inambari, com responsabilidade de aporte de cerca de US$ 1,250 bilhão, dos quais 30% serão bancados com recursos próprios e o restante com dinheiro de financiamento. A expectativa da estatal com o processo de internacionalização é de que cerca de 10% do faturamento da companhia em 2020 venha de empreendimentos de fora do Brasil e os estudos feitos pela Eletrobras até o momento apontam para a possibilidade de até 30 mil MW em países do continente americano.

"Cerca de 30 mil MW estão sendo estudados, mas é claro que nem tudo é viável. Acredito que as obras de 6 mil MW podem começar já no próximo ano", afirmou o executivo, que participou ontem do Seminário Internacional de Integração Energética Bolívia-Brasil, no Rio de Janeiro.


Fonte: Valor Econômico
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