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Indústria Naval

Dilma visita obras da P-74 no estaleiro Inhaúma

11/09/2013 | 20h25
Dilma visita obras da P-74 no estaleiro Inhaúma
Roberto Stuckert Filho/PR Roberto Stuckert Filho/PR

A Presidenta da República, Dilma Rousseff, e a presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, visitaram, nesta quarta-feira (11), o Estaleiro Inhaúma, no Rio de Janeiro. Além de vistoriar as obras de conversão da P-74, a primeira plataforma que irá para a área de cessão onerosa, e de revitalização do local, a Presidenta acompanha, ao vivo, a transmissão do início da operação assistida do Terminal de Ilha Comprida, na Baía de Guanabara.

 

Terminal Aquaviário

 

Em conjunto com a ampliação do Terminal Aquaviário de Ilha Redonda e a interligação de dutos com a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), o Terminal de Ilha Comprida possibilitará o armazenamento e o escoamento de 4.080 toneladas de GLP por dia, por meio de navios. O Terminal Aquaviário de Ilha Comprida movimentará e armazenará gás liquefeito de petróleo (GLP).

 

A partir do gás natural explorado na Bacia de Campos, o GLP é produzido nas unidades de processamento de gás natural do Terminal de Cabiúnas, em Macaé, e da Reduc. Da refinaria, o produto é distribuído por meio de dois dutos de 17 quilômetros para as esferas de armazenamento nos terminais de Ilha Redonda e Ilha Comprida. Nos terminais, o gás é refrigerado e transferido para navios, disponibilizando GLP para outras regiões do País.

 

As obras, que integram o Plano de Antecipação da Produção de Gás Natural (Plangás) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), apresentaram 99,3% de conteúdo local, além de empregar 2.380 trabalhadores durante a construção.

 

O Terminal de Ilha Comprida tem capacidade de armazenamento de 24.800 t (2 tanques de 10.000 t e 3 esferas de 1.600 t)

 

Revitalização do estaleiro Inhaúma

 

A conversão do navio petroleiro do tipo VLCC (Very Large Crude Carrier) no FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo e gás) P-74 é a primeira grande obra em execução no Estaleiro de Inhaúma após a sua retomada e representa o início de uma nova era. Assim como a P-74, no Inhaúma ainda serão feitas as obras de conversão das outras três plataformas destinadas aos campos da Cessão Onerosa, no Pré-Sal da Bacia de Santos: P-75, P-76 e P-77. Cada plataforma terá capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo por dia e de comprimir 7 milhões m3 de gás natural por dia.

 

As atividades de conversão do casco da P-74 incluem a inspeção de chapas, a substituição integral dos equipamentos originais, além da fabricação e a instalação de 13 mil toneladas de estruturas novas necessárias à colocação dos módulos, das linhas de produção e do novo sistema de ancoragem, entre outros.

 

As obras de revitalização do Inhaúma e de conversão do casco da P-74 geram cerca de 6 mil empregos. A previsão é de que elas sejam concluídas em dezembro de 2013 e agosto de 2014, respectivamente.

 

Ao final da etapa de conversão do casco será iniciada a etapa de instalação de módulos da planta de produção e de processamento de petróleo e gás às unidades, além da integração dos seus sistemas. Tais serviços serão realizados para a P-74 em São José do Norte (RS), para a P-76 em Pontal do Paraná (PR) e para a P-75 e a P-77 em Rio Grande (RS).

 

Depois de ter sido o segundo maior estaleiro do mundo em construção de navios, o estaleiro ficou sem atividade durante mais de uma década. Arrendado pela Petrobras, passa por diversas reformas para atender às crescentes demandas da companhia.

 

A reforma do Estaleiro Inhaúma contempla a reconstrução de importantes instalações como o dique seco, já em condições de uso, os Cais 01 e 02, oficinas, escritórios, refeitórios e equipamentos como guindastes.

 

Dados do casco da P-74:

 

- Comprimento: 326,2 m
- Largura: 56,6 m
- Empregos no pico da obra: 4.000
- Pontal (distancia entre o convés e o fundo do casco): 28,6 m
- Capacidade de armazenamento: 1,4 milhão de barris
- Conteúdo Local: 70%



Fonte: Agência Petrobras
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