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Pesquisa

Confiança dos industriais gaúchos recua pelo terceiro mês

26/06/2014 | 16h59

 

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Sul (ICEI-RS) atingiu 45,7 pontos em junho, a terceira queda consecutiva. O recuo em relação a maio foi de 1,0 ponto. Elaborado mensalmente pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), o levantamento varia numa escala de 0 a 100 pontos. Quanto mais os valores estiverem acima de 50 denotam maior otimismo e quanto mais abaixo, pessimismo.
"A principal causa para esse cenário é o momento delicado do setor, com seus altos custos de produção e sua pouca competitividade diante da concorrência externa. Além da desaceleração da demanda doméstica, há a incerteza em torno dos rumos da economia e o risco de racionamento de energia", avaliou o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.
De acordo com o resultado do ICEI-RS, as condições recentes do setor industrial atingiram o pior nível em cinco anos ao somar 40 pontos. Já as expectativas para o segundo semestre (48,5 pontos) recuaram ao menor valor desde 2005. "A leitura dos índices de junho mostra que os empresários não percebem e nem esperam melhora, projetando a manutenção do fraco desempenho da atividade industrial nos próximos meses", destacou Müller, lembrando que em 2005 e 2009, quando a confiança também esteve tão baixa, a indústria gaúcha entrou em recessão.
O sentimento atual de piora predomina com maior intensidade em relação à economia brasileira (31,6 pontos). Para 64,7% das indústrias, a situação se agravou e apenas 2,4% indicaram melhora. Os demais salientaram que as dificuldades permanecem as mesmas. A percepção para o cenário no Rio Grande do Sul não foi muito diferente: 35,2 pontos. O único indicador que permanece positivo é referente ao desempenho futuro das empresas (53,5 pontos), apesar de ser o menor desde julho de 2005.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Sul (ICEI-RS) atingiu 45,7 pontos em junho, a terceira queda consecutiva. O recuo em relação a maio foi de 1,0 ponto. Elaborado mensalmente pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), o levantamento varia numa escala de 0 a 100 pontos. Quanto mais os valores estiverem acima de 50 denotam maior otimismo e quanto mais abaixo, pessimismo.

"A principal causa para esse cenário é o momento delicado do setor, com seus altos custos de produção e sua pouca competitividade diante da concorrência externa. Além da desaceleração da demanda doméstica, há a incerteza em torno dos rumos da economia e o risco de racionamento de energia", avaliou o presidente da FIERGS, Heitor José Müller.

De acordo com o resultado do ICEI-RS, as condições recentes do setor industrial atingiram o pior nível em cinco anos ao somar 40 pontos. Já as expectativas para o segundo semestre (48,5 pontos) recuaram ao menor valor desde 2005. "A leitura dos índices de junho mostra que os empresários não percebem e nem esperam melhora, projetando a manutenção do fraco desempenho da atividade industrial nos próximos meses", destacou Müller, lembrando que em 2005 e 2009, quando a confiança também esteve tão baixa, a indústria gaúcha entrou em recessão.

O sentimento atual de piora predomina com maior intensidade em relação à economia brasileira (31,6 pontos). Para 64,7% das indústrias, a situação se agravou e apenas 2,4% indicaram melhora. Os demais salientaram que as dificuldades permanecem as mesmas. A percepção para o cenário no Rio Grande do Sul não foi muito diferente: 35,2 pontos. O único indicador que permanece positivo é referente ao desempenho futuro das empresas (53,5 pontos), apesar de ser o menor desde julho de 2005.

 



Fonte: Ascom FIERGS
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