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Santos Offshore 2014

Conferência ajuda empresários a serem fornecedores na Bacia de Santos

10/04/2014 | 15h49
Conferência ajuda empresários a serem fornecedores na Bacia de Santos
Divulgação/ Edna Marcelino Divulgação/ Edna Marcelino

 

A Santos Offshore Oil & Gas Expo 2014, realizada no Mendes Convention, em Santos (SP), abriu ontem (09) a grade de conferências, voltada para os empresários. No primeiro painel do dia, a apresentação foi norteada pelos esforços e a ampliação que as companhias de exploração e produção do setor têm feito para que novas empresas consigam e entrem na lista de cadastro de fornecedores.
As apresentações foram coordenadas pelo Gerente de Política Industrial do IBP (Instituto Brasileiro de Petroleo, Gás e Biocombustíveis), Pedro Alem Filho, pelo Coordenador de Desenvolvimento de Fornecedores para Conteúdo Local, da Petrobras, Gottfried Engelbert Wolgien Junior, e, pelo Coordenador de Conteúdo Local da Repsol Sinopec, José Agostinho, que deu início à palestra.
Os esforços de ampliação de compras locais das empresas de exploração e produção e apoio para fornecedores do setor de Petróleo de Gás foram a base da explanação de Agostinho, que explicou aos empresários sobre as mudanças sofridas no mercado e a necessidade de adequação ao cenário atual. “Até o ano de 2002, a oferta era livre. Depois passamos por um período de aumento de demanda, em que se estabeleceu ofertas mínimas. E, desde 2005, as concessionárias são obrigadas a cumprir uma série de regras para compra de conteúdo local”, disse.
No entanto, isso não significa que a oportunidade esteja aberta para os novos fornecedores. Por isso, o Coordenador da Repsol Sinopec, apresentou o sistema Cadfor, onde as empresas que oferecem materiais e serviços voltados ao setor petroleiro, podem se cadastrar e se candidatar para oferecer seus trabalhos. “Esse é o primeiro passo para quem quer fornecer serviços ao nosso setor. Depois disso, há uma análise feita, para saber se a empresa está certificada e dentro dos padrões de conteúdo local”, disse.
Já o Coordenador da Petrobras falou sobre as iniciativas de apoio ao mercador fornecedor, que têm atraído ao País, centros de tecnologia e desenvolvimento. “Antes, as empresas traziam suas tecnologias prontas para aplicar no mercado brasileiro e explorá-lo. Hoje, vemos um ciclo inverso, em que muitas instituições estão demandando pessoal para iniciar pesquisas no Brasil e posteriormente, levar para suas plantas, fora no exterior”, analisa.
Outra questão pontuada foi sobre como manter o padrão do processo de compra, visto que muitas empresas forncem um produto, mas, dependem de terceiros em sua escala de produção. A dica dada por José Agostinho é para que os empresários se certifiquem e busquem a certificação também dos seus parceiros. “Quem assina contrato de concessão é o operador que assume todos os riscos. No entanto, o operador compra um projeto como um todo e não um material específico. A gestão é feita a partir do momento em que todos os envolvidos estão dentro de uma certificação”, salienta.
O assunto gerou dúvida entre os presentes, já que muitos ainda não possuem certificação, pela alegação do alto custo. A dica de Agostinho, nesse caso, foi a concorrência, assim como as grandes empresas trabalham. “É preciso buscar a melhoria contínua. Então, mesmo que sejam pequenos fornecedores, abra concorrência, busque a certificação, vá atrás do menor preço e qualidade. Não espere que os clientes venham atrás de vocês”, finalizou o Coordenador da Repsol Sinopec.
Apoio financeiro aos empreendedores foi o tema da segunda apresentação do dia
No segundo painel do dia, os trabalhos foram conduzidos com a temática do apoio financeiro para os fornecedores de Petróleo e Gás. A palestra contou com a presença do gerente de Departamento de Gás e Petroleo e Cadeira Produtiva do BNDES, Luiz Marcelo Martins Almeida, do subsecretário de Petróleo e Gás, da Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, Ubirajara Sampaio de Campos, e também com o superintendente de Petróleo e Gás e Indústria Naval da Caixa Econômica Federal, Antonio Gil Silveira.
O representante do BNDES apontou 80% das empresas envolvidas no desenvolvimento do setor são micro, pequenas e médias empresas, apresentando grande potencial de desenvolvimento, sendo que a maior dificuldade apontada por elas na tentativa de deslanchar no mercado é a alta tributação e elevado custo capital. “Por isso, como forma de apoio e fomentar, hoje a nossa instituição oferece uma linha de crédito para o setor investir na inovação, em novas teconologias e também em recursos humanos, por exemplo”, afirma Almeida.
Com investimentos recentes no setor, o Superintendente da Caixa Econômica Federal se diz satisfeito com o amplo crescimento da instituição. “Essa é a terceira vez que estamos na Santos Offshore e na maioria das vezes, as pessoas acham quando se fala de Caixa é voltado apenas para habitação e poupança. Mostramos que estamos aqui e que tem espaço para esses empresários também”, disse.
Segundo ele, já foram investidos 37 bilhões o que representa em 2013, 9,5% das operações feitas pela Caixa. “É só uma pequena parcela do que podemos operar no mercado. A expectativa é a cada ano aumentar os investimentos nessa área. Queremos apoiar a cadeia de fornecedores, serviços bancários e apresentar alternativas de crédito adequadas para operação de novos projetos”, finaliza.

A Santos Offshore Oil & Gas Expo 2014, realizada no Mendes Convention, em Santos (SP), abriu ontem (09) a grade de conferências, voltada para os empresários. No primeiro painel do dia, a apresentação foi norteada pelos esforços e a ampliação que as companhias de exploração e produção do setor têm feito para que novas empresas consigam e entrem na lista de cadastro de fornecedores. As apresentações foram coordenadas pelo Gerente de Política Industrial do IBP (Instituto Brasileiro de Petroleo, Gás e Biocombustíveis), Pedro Alem Filho, pelo Coordenador de Desenvolvimento de Fornecedores para Conteúdo Local, da Petrobras, Gottfried Engelbert Wolgien Junior, e, pelo Coordenador de Conteúdo Local da Repsol Sinopec, José Agostinho, que deu início à palestra.


Os esforços de ampliação de compras locais das empresas de exploração e produção e apoio para fornecedores do setor de Petróleo de Gás foram a base da explanação de Agostinho, que explicou aos empresários sobre as mudanças sofridas no mercado e a necessidade de adequação ao cenário atual. “Até o ano de 2002, a oferta era livre. Depois passamos por um período de aumento de demanda, em que se estabeleceu ofertas mínimas. E, desde 2005, as concessionárias são obrigadas a cumprir uma série de regras para compra de conteúdo local”, disse.


No entanto, isso não significa que a oportunidade esteja aberta para os novos fornecedores. Por isso, o Coordenador da Repsol Sinopec, apresentou o sistema Cadfor, onde as empresas que oferecem materiais e serviços voltados ao setor petroleiro, podem se cadastrar e se candidatar para oferecer seus trabalhos. “Esse é o primeiro passo para quem quer fornecer serviços ao nosso setor. Depois disso, há uma análise feita, para saber se a empresa está certificada e dentro dos padrões de conteúdo local”, disse.


Já o Coordenador da Petrobras falou sobre as iniciativas de apoio ao mercador fornecedor, que têm atraído ao País, centros de tecnologia e desenvolvimento. “Antes, as empresas traziam suas tecnologias prontas para aplicar no mercado brasileiro e explorá-lo. Hoje, vemos um ciclo inverso, em que muitas instituições estão demandando pessoal para iniciar pesquisas no Brasil e posteriormente, levar para suas plantas, fora no exterior”, analisa.


Outra questão pontuada foi sobre como manter o padrão do processo de compra, visto que muitas empresas forncem um produto, mas, dependem de terceiros em sua escala de produção. A dica dada por José Agostinho é para que os empresários se certifiquem e busquem a certificação também dos seus parceiros. “Quem assina contrato de concessão é o operador que assume todos os riscos. No entanto, o operador compra um projeto como um todo e não um material específico. A gestão é feita a partir do momento em que todos os envolvidos estão dentro de uma certificação”, salienta.


O assunto gerou dúvida entre os presentes, já que muitos ainda não possuem certificação, pela alegação do alto custo. A dica de Agostinho, nesse caso, foi a concorrência, assim como as grandes empresas trabalham. “É preciso buscar a melhoria contínua. Então, mesmo que sejam pequenos fornecedores, abra concorrência, busque a certificação, vá atrás do menor preço e qualidade. Não espere que os clientes venham atrás de vocês”, finalizou o Coordenador da Repsol Sinopec.


Apoio financeiro aos empreendedores foi o tema da segunda apresentação do diaNo segundo painel do dia, os trabalhos foram conduzidos com a temática do apoio financeiro para os fornecedores de Petróleo e Gás. A palestra contou com a presença do gerente de Departamento de Gás e Petroleo e Cadeira Produtiva do BNDES, Luiz Marcelo Martins Almeida, do subsecretário de Petróleo e Gás, da Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, Ubirajara Sampaio de Campos, e também com o superintendente de Petróleo e Gás e Indústria Naval da Caixa Econômica Federal, Antonio Gil Silveira.


O representante do BNDES apontou 80% das empresas envolvidas no desenvolvimento do setor são micro, pequenas e médias empresas, apresentando grande potencial de desenvolvimento, sendo que a maior dificuldade apontada por elas na tentativa de deslanchar no mercado é a alta tributação e elevado custo capital. “Por isso, como forma de apoio e fomentar, hoje a nossa instituição oferece uma linha de crédito para o setor investir na inovação, em novas teconologias e também em recursos humanos, por exemplo”, afirma Almeida.


Com investimentos recentes no setor, o Superintendente da Caixa Econômica Federal se diz satisfeito com o amplo crescimento da instituição. “Essa é a terceira vez que estamos na Santos Offshore e na maioria das vezes, as pessoas acham quando se fala de Caixa é voltado apenas para habitação e poupança. Mostramos que estamos aqui e que tem espaço para esses empresários também”, disse.


Segundo ele, já foram investidos 37 bilhões o que representa em 2013, 9,5% das operações feitas pela Caixa. “É só uma pequena parcela do que podemos operar no mercado. A expectativa é a cada ano aumentar os investimentos nessa área. Queremos apoiar a cadeia de fornecedores, serviços bancários e apresentar alternativas de crédito adequadas para operação de novos projetos”, finaliza.

 



Fonte: Redação TN
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