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Abespetro

Competitividade abre caminho para investimentos no mercado offshore

18/02/2019 | 17h32

A competitividade de mercado, estimulada pelo maior potencial geológico do mundo, garante ao setor de óleo e gás brasileiro a aplicação de investimentos bilionários já definidos pelas grandes operadoras do petróleo mundial, que confirmaram presença na 14ª rodada de licitação para blocos de concessão, agendada para este mês pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O potencial criado também pela revitalização das reservas maduras da Bacia de Campos, aliado ao desenvolvimento de 19 projetos de produção em fase de licenciamento, abrem um novo cenário de contratações de serviços e compras não vistos pela cadeia produtiva do petróleo local desde 2014, uma projeção confiável elaborada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços do Petróleo (ABESPetro).

Ao se consolidar hoje como a maior referência técnica, com discurso político sólido para a criação do novo viés do mercado nacional offshore, a ABESPetro trouxe, mais uma vez para Macaé, a confiança sobre a criação de um novo ciclo de prosperidade, que já tem dia e hora para começar.

Na reunião geral integrada entre a Rede Petro-Bacia de Campos e a Comissão Municipal da Firjan, realizada na noite de quarta-feira (13), Gilson Coelho, gerente executivo da ABESPetro, afirmou que todos os caminhos para a retomada da indústria do petróleo nacional já foram trilhados.

"Nesses últimos dois anos avançamos muito, o que não conseguimos fazer em 10 anos de prosperidade criada pelo preço do barril do petróleo a US$ 120. Agora, a indústria se posiciona em defesa do potencial do petróleo já descoberto nas reservas do país, que precisa ser explorado, devolvendo à nossa economia a força capaz de vencer a crise", disse.

Gilson afirmou que setembro será o mês do "divisor de águas" do atual cenário do mercado nacional do petróleo, em virtude da quebra de um hiato de quase oito anos sem leilões de áreas de exploração.

"O desenvolvimento de projetos após os leilões é o que sustenta a indústria. Se isso fosse realizado oito anos atrás, nós não teríamos enfrentado essa crise. Afirmo que se a política do petróleo nacional tivesse sido outra, hoje o desemprego não seria a marca da recessão das nossas atividades", avaliou.

Além dos leilões da ANP, Gilson afirmou também que o novo cenário do mercado do petróleo nacional abre um caminho de desenvolvimento, não apenas para as grandes operadoras offshore, mas também para as prestadoras de serviços que querem assumir a produção dos chamados "campos maduros".

"Esse é um viés de retorno imediato, de investimentos e de geração de postos de trabalho. As grandes operadoras deixam esse campo e atuam em novas reservas, enquanto as prestadoras de serviços assumem a revitalização das áreas em declínio de produção", avaliou.

Gilson afirmou também que o destravamento do processo de licenciamento para o andamento de 19 projetos em fase de desenvolvimento de produção, vai criar bilhões de reais em investimentos que irão demandar um volume expressivo de contratações para a cadeia do petróleo local.

"O DNA do petróleo está em Macaé. A infraestrutura necessária para essa nova dinâmica do petróleo também está na cidade. A partir de 2018, viveremos uma nova fase", apontou Gilson.

Alívio tributário é pedido à prefeitura

Preparada pela Rede Petro-Bacia de Campos, uma carta de recomendação com o pedido de "alívio tributário" sobre empresas que atuam em setores ligados a cadeia produtiva do petróleo foi assinada pelos representantes das instituições offshore de Macaé e protocolada junto a prefeitura.

O documento foi encaminhado ao Executivo nesta semana e visa abrir um canal de discussão com o governo sobre a revisão de alíquotas de impostos cobrados sobre serviços cuja demanda foi reduzida durante os últimos anos.

"As empresas precisam recuperar caixa e isso também depende da revisão de tributos", analisou Glauco Nader, que atua como consultor da Rede Petro.

A carta segue a mesma linha do projeto de lei já encaminhado pelo governo à Câmara que altera o Código Tributário da cidade. Dados sobre a proposta foram entregues pelo vereador Welberth Rezende (PPS) aos integrantes da Rede Petro e da Comissão Municipal da Firjan, que participaram da Audiência Pública realizada na última quinta-feira (14) pela Câmara para discutir a medida.



Fonte: O Debate, 18/02/2019
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