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Economia

Com novo recuo de 3,2%, Índice de Confiança de Serviços cai há 9 meses

01/10/2014 | 09h32

 

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, teve recuo de 3,2% de agosto para setembro. Essa é a nona queda consecutiva do indicador, que atingiu 100,7 pontos, o menor nível desde março de 2009 (100,4 pontos).
Houve piora na avaliação dos empresários do setor de serviços em relação tanto ao momento atual quanto aos próximos meses. A confiança em relação ao momento presente, medido pelo subíndice da Situação Atual, caiu 6,2% entre agosto e setembro.
A piora da avaliação sobre o volume da demanda atual foi o principal motivo para a queda. A proporção de empresas que avaliam o volume como forte caiu de 12,1% para 8,9%, enquanto as empresas que o avaliam como fraco aumentaram de 29,4% para 33,9%. 
Já o otimismo em relação ao futuro, medido pelo subíndice de Expectativas, recuou 1% no período, devido principalmente a uma piora da avaliação em relação à tendência dos negócios. As empresas que esperam uma melhora da situação dos negócios nos próximos meses aumentaram de 32,7% para 32,8%. No entanto, aqueles que esperam uma piora cresceram mais: de 11,2% para 12,6%.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, teve recuo de 3,2% de agosto para setembro.

Essa é a nona queda consecutiva do indicador, que atingiu 100,7 pontos, o menor nível desde março de 2009 (100,4 pontos).

Houve piora na avaliação dos empresários do setor de serviços em relação tanto ao momento atual quanto aos próximos meses.

A confiança em relação ao momento presente, medido pelo subíndice da Situação Atual, caiu 6,2% entre agosto e setembro.

A piora da avaliação sobre o volume da demanda atual foi o principal motivo para a queda. A proporção de empresas que avaliam o volume como forte caiu de 12,1% para 8,9%, enquanto as empresas que o avaliam como fraco aumentaram de 29,4% para 33,9%. 

Já o otimismo em relação ao futuro, medido pelo subíndice de Expectativas, recuou 1% no período, devido principalmente a uma piora da avaliação em relação à tendência dos negócios.

As empresas que esperam uma melhora da situação dos negócios nos próximos meses aumentaram de 32,7% para 32,8%. No entanto, aqueles que esperam uma piora cresceram mais: de 11,2% para 12,6%.

 



Fonte: Agência Brasil
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