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Gás natural

CNPE aponta que programa para gás prevê venda de ativos da Petrobras e de Estados

26/06/2019 | 10h54

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou as diretrizes do recém-lançado programa do governo federal para redução dos custos do gás natural, entre as quais constam uma sinalização de que a Petrobras deverá vender ativos nos setores de transporte e distribuição do insumo.

Também fazem parte das propostas incentivos para a privatização de empresas estaduais de distribuição de gás, segundo resolução sobre a iniciativa publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

Sob o programa, que ganhou o nome de “Novo Mercado de Gás”, o CNPE estabelece como de interesse da política nacional que o “agente que ocupe posição dominante no setor de gás natural” observe “medidas estruturais e comportamentais”, incluindo “alienação total das ações que detém, direta ou indiretamente, nas empresas de transporte e distribuição”.

A Petrobras atualmente possui participação acionária em todos os dutos de transporte de gás do país, além de ser sócia de 19 das 27 distribuidoras do insumo que atuam localmente. A petroleira também detém toda capacidade na malha de transporte.

O CNPE, presidido pelo ministro de Minas e Energia, mas formado por diversas autoridades do governo, estabelece ainda que o agente “dominante” deverá definir suas demandas nos pontos de entrada e saída do sistema de transporte para possibilitar “a oferta de serviços de transporte adicionais na capacidade remanescente.”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta semana acreditar que o plano poderá reduzir o custo da energia em 40% em um período de dois anos, por meio de um “choque” de gás mais barato.

Para isso, o CNPE recomendou também que as pastas de Economia e de Minas e Energia incentivem os Estados a adotarem reformas estruturantes nos serviços de gás, “incluindo eventual aditivo aos contratos de concessão, de forma a refletir boas práticas regulatórias”.

Os Estados também serão incentivados a privatizar concessionárias de gás, segundo o colegiado, que ainda recomendou medidas para facilitar a participação de empresas privadas na oferta de gás importado em condições competitivas, “em especial o gás boliviano.”

O programa visa, de uma forma geral, a ampliação da concorrência em todo o mercado de gás e a integração do setor de gás natural com os setores elétrico e industrial, entre outros pontos, de acordo com o CNPE.



Fonte: Reuters, 26/06/2019
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